Alaíde Costa, uma menina simples do subúrbio carioca, chega às rodas da zona sul do Rio de Janeiro nos anos 60. Ali, conquista os holofotes, figura ao lado de João Gilberto, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, e torna-se a cantora, pianista, compositora e parceira dessa tríade de ouro da Bossa Nova. Porém, no auge da carreira como a voz feminina negra e essencial do movimento, Alaíde é sumariamente ignorada pelas editoras.
Com Johnny Alf, outro pioneiro negro da Bossa Nova, é vetada da lendária apresentação no Carnegie Hall, em Nova York. Agora, do alto dos seus 90 anos, Alaíde vai atravessar a América em busca do palco que é seu por direito.