Os 3 grandes filmes que vão unir Zendaya e Robert Pattinson em 2026
O ano de 2026 vai, sem dúvida, ficar marcado no calendário cinematográfico mundial. Zendaya e Robert Pattinson vão partilhar o grande ecrã em três produções distintas ao longo do ano. Assim, os fãs terão várias oportunidades para ver a dupla em ação.
Além disso, este alinhamento de estreias não é apenas uma coincidência. Pelo contrário, representa um verdadeiro fenómeno cinematográfico. Com três histórias diferentes e ambiciosas, 2026 surge como um convite claro para regressar às salas de cinema – até mais do que uma vez.
Um ano, três filmes, duas estrelas

Para começar, o primeiro filme chega já a 2 de abril. “The Drama” realizado por Kristoffer Borgli, acompanha um casal cuja relação é posta à prova, quando a revelação de um segredo inesperado transforma a semana do casamento num verdadeiro caos, alterando completamente a dinâmica entre ambos. Como resultado, a confiança começa a desmoronar-se e o futuro da relação fica em risco.
Neste sentido, Zendaya e Robert Pattinson assumem papéis intensos e emocionalmente exigentes. Por isso, o filme promete destacar uma nova dimensão interpretativa da dupla, explorando a complexidade das relações humanas – não fosse a produtora o estúdio A24. Zendaya vai interpretar Emma, uma jovem licenciada em Inglês pela Unviersidade de Boston e que trabalha numa livraria.
Por outro lado, Charlie (Pattinson) é diretor do Cambridge Art Museum, no Reino Unido, e doutorado em História da Arte. Antecipadamente, e como forma de divulgação do filme, os detalhes dos personagens foram revelados através de um anúncio fictício de noivado publicado no jornal “The Boston Globe”. O elenco conta ainda com a participação da cantora Alana Haim, Mamoudou Athie além de Zoë Winters.
De um drama para um clássico da literatura

De seguida, a 16 de julho, estreia “The Odyssey”, realizado por Christopher Nolan. Desta vez, a abordagem é completamente diferente, apostando numa escala épica e numa produção filmada com câmaras IMAX.
Além disso, o elenco reúne nomes de peso de Hollywood, como Matt Damon, Anne Hathaway, Tom Holland, Lupita Nyong’o e Charlize Theron. Assim, tudo aponta para um dos grandes acontecimentos cinematográficos do verão. Principalmente quando, um ano antes da estreia, os primeiros bilhetes para ver a longa-metragem foram colocados à venda e esgotados em poucos minutos. Christopher Nolan estabeleceu, assim, um novo padrão da promoção de uma estreia cinematográfica, ao tornar-se o primeiro realizador a vender bilhetes para um filme com um ano de antecedência.
A adaptação vai seguir a épica obra grega de Homero. Na história original, o Rei Odysseys encontra-se numa jornada de volta a casa, após a guerra de Tróia. Durante a viagem, o protagonista, que irá ser interpretado por Matt Damon, encontra vários obstáculos perigosos e desafiantes que terá de ultrapassar. Neste contexto, Zendaya interpreta Athena, Deusa da Guerra e da Sabedoria. Por outro lado, Pattinson dá vida ao antagonista Antinous.
Para finalizar, uma obra de ficção científica
Já no final do ano, a 17 de dezembro, chega “Dune: Parte Três”, realizado por Denis Villeneuve. Este será o capítulo final da trilogia inspirada na obra de Frank Herbert, encerrando-se assim uma das maiores sagas de ficção científica dos últimos anos. A história decorre 17 anos após os acontecimentos do segundo filme e volta a reunir nomes como Timothée Chalamet, Anya Taylor-Joy, assim como Florence Pugh e Zendaya.
Desta vez, o elenco conta também com novas adições, como é o caso de Robert Pattinson. O ator vai interpretar o antagonista Scytale, personagem que pertence à Irmandade Bene Tleilax – mestres da manipulação genética.
Três estreias imperdíveis ao longo de 2026
Por outro lado, esta sequência de estreias evidencia a versatilidade da dupla protagonista. Enquanto “The Drama” aposta numa narrativa mais íntima, “The Odyssey” e “Dune” exploram universos grandiosos e visuais. Consequentemente, Zendaya e Robert Pattinson consolidam-se como duas das figuras mais influentes da nova geração de Hollywood. A sua capacidade de transitar entre géneros distintos é, sem dúvida, um dos grandes destaques deste ano cinematográfico.

