Depois do Pixel, ecossistema aberto da Google chega aos restantes dispositivos Android
Esta semana realiza-se em Barcelona mais uma imperdível edição da Mobile World Congress (MWC), e a Google saiu a ganhar. A MWC é uma convenção sem igual, que reúne os principais produtores de dispositivos móveis, com o objetivo de demonstrarem as suas apostas para o futuro.
Além disso, a Inteligência Artificial tem tido um papel de grande foco na edição deste ano do MWC, com vários novos produtos a demonstrar a evolução da tecnologia. No entanto, numa altura em que a AI continua a ser o foco, há outras apostas mais enriquecedoras a caminho.
Este ano, tal como já se tornou habitual, muitas foram as empresas que fizeram questão de marcar presença. No entanto, foi a Starlink, com a sua nova rede mobile via satélite, e a Google, com o seu inédito ecossistema, que saíram a ganhar.
O que é o ecossistema aberto da Google?

A Google aproveitou o MWC para revelar os seus planos para um ecossistema aberto e inovador. Assim, meses após dar início à união de conectividade entre o AirDrop e o QuickShare, a empresa norte-americana procura ir ainda mais longe.
Até agora, apenas aparelhos da geração 9 ou posteriores têm tirado partido desta ferramenta, mas isso está prestes a mudar. Após permitir a conexão a dispositivos da Pixel, a Google prepara-se para expandir a ferramenta a dispositivos de outras marcas. Assim, a união e AirDrop e QuickShare fica mais rica chega aos restantes dispositivos Android, como é o caso da Xiaomi e Samsung, dando asas a um ecossistema aberto e nunca antes visto.
O papel da Google XR

Além de tudo isto, a Alphabet deu ainda a conhecer inovações na área da Realidade Aumentada, com a realização de diversas demonstrações. Assim, os presentes tiveram oportunidade de observar mais de perto, as inovações que a marca tem produzido nesta área ao longo dos últimos meses.
A nova versão da Google XR traz uma performance melhorada, bem como resultados mais impressionantes e apelativos. Além disso, o sistema traz novas ferramentas, como a tradução instantânea e a integração do Google Maps.
Por fim, o Gemini também foi alvo de conversa, com a Google a exibir as mais recentes ferramentas da Inteligência Artificial. No entanto, numa altura em que a AI é o foco de todas as empresas tecnológicas, a Alphabet demonstrou ter muito mais para oferecer aos consumidores.

