Thriller com Tom Cruise nomeado a 2 Óscares estreia esta semana na televisão
Antes de Ethan Hunt e da espionagem, Tom Cruise já encantava os espectadores com as suas obras de drama e ação. “Top Gun – Ases Indomáveis“, “Negócio Arriscado” e “Nascido a 4 de Julho” destacaram-se entre os mais popular do seu início de carreira.
No entanto, foi durante a década de 90, com obras como “Uma Questão de Honra“, “A Firma” e “Entrevista Com o Vampiro”, que o ator demonstrou o que realmente vale. Agora, uma das suas obras mais acarinhadas prepara-se para chegar à televisão.
Qual a história do thriller com Tom Cruise?

“Entrevista Com o Vampiro” decorre em 1791, após Louis, o proprietário de uma plantação nos arredores de Nova Orleães, perder a vontade de viver. Acabando mordido pelo vampiro Lestat, ele transforma-se num ser da noite. Assim, Louis desenvolve um ódio de ser vampiro e recusa-se a matar humanos. Porém, Louis e Lestat transformam uma menina, Claudia, em vampira, e juntos vivem ao longo dos séculos.
Neil Jordan realiza a adaptação da celebrada obra de Anne Rice aos cinemas mundiais. Além disso, o elenco conta com Tom Cruise, Brad Pitt e Kirsten Dunst, bem como Antonio Banderas, Christian Slater e Thandiwe Newton.
Quando e onde posso ver o filme nomeado aos Óscares?

Depois do sucesso da série com o mesmo nome, a clássica longa-metragem nomeada aos Óscares faz a sua estreia na televisão. Assim, com nomeações em Banda Sonora Original e Design de Produção, “Entrevista Com o Vampiro” dá-se a conhecer ao mundo já esta sexta-feira, dia 6 de março, pelas 22h10, através do AMC.
No entanto, caso não possas assistir ao filme na televisão, podes sempre recorrer ao streaming. Assim, “Entrevista Com o Vampiro” encontra-se disponível na plataforma HBO Max, ou para compra e aluguer via Apple TV e Amazon Prime Video.
O que diz a crítica sobre Entrevista Com o Vampiro?

A longa-metragem de Tom Cruise, estreada em 1994, desfruta de uns respeitáveis 66% de aprovação entre os críticos do Rotten Tomatoes. “Com apenas 11 anos na época, [Dunst] tem um alcance extraordinário e facilmente supera os seus colegas de elenco adultos em todas as cenas”, refere Kevin Maher, do The Times.
Por fim, Gene Siskel, do Chicago Tribune, refere que “O realizador Neil Jordan sempre teve uma afinidade com os oprimidos e criou um filme que pode ser visto como empático para com qualquer grupo oprimido. Os homossexuais podem reivindicá-lo como a sua história emocional”.

