Heated Rivalry chega à HBO Max dentro de dias
Uma das séries do momento, “Heated Rivalry”, está finalmente prestes a chegar ao streaming da HBO Max em Portugal. A série canadiana tem feito a regalia dos fãs a nível mundial, em particular no Canadá, Estados Unidos e Austrália.
Agora, a série que já foi nomeada como a melhor produção televisiva de 2025 prepara-se para chegar finalmente ao streaming nacional. O projeto chegou aos ecrãs internacionais a 28 de novembro e, desde então não dei deixado ninguém indiferente.
“Heated Rivalry” não só derrubou “It: Welcome to Derry” do TOP das séries mais vistas da HBO Max, mas tornou-se também a série com os episódios com nota mais alta no IMDb, rivalizando mesmo “Breaking Bad“. Assim, após uma longa espera a série fenómeno chega ao streaming a Portugal.
Qual a história da série da HBO Max?

A série segue Shane Hollander e Ilya Rozanov são duas das maiores estrelas da Major League Hockey, unidos pela ambição, rivalidade e uma atração magnética que nenhum deles compreende totalmente. Assim, o que começa como um namoro secreto entre dois adolescentes confusos aos 17 anos evolui para uma viagem de anos de amor, negação e auto-descoberta.
Criada por Jacob Tierney, com base na obra literária de Rachel Reid, a série estreia no próximo dia 23 de janeiro, através da HBO Max. Assim sendo, o elenco da série junta Hudson Williams, Connor Storrie e François Arnaud, bem como Callan Potter e Robbie G.K..
O que diz a crítica sobre Heated Rivalry?

A série desfruta de uns impressionantes 98% de aprovação entre a crítica do Rotten Tomatoes. “A franqueza sexual, os corpos escaldantes e a ação escaldante são a principal atração. É verdade. Mas o que nos apanha de surpresa é a doçura com que Heated Rivalry capta um período de transição na vida dos homens gay” refere David Rooney, do The Hollywood Reporter.
Por fim, Lisa Weidenfeld, do Boston Globe, constata que “Há muito tempo que as séries de televisão se debatem com a agonia de se assumirem (ou não). Há momentos em que “Heated Rivalry” parece quase um regresso ao passado… Mas reflecte uma realidade que, infelizmente, não parece ter mudado o suficiente”.

