Nova série com Steve Carell já está no Top das mais vistas da HBO Max
Ao longo da sua carreira, Steve Carell tem-se transformados num dos atores mais divertidos e acarinhados de Hollywood. Embora tenha iniciado a sua carreira na representação em 1991, foi só com o sucesso de “O Escritório” (2005) que o ator alcançou o sucesso.
Desde então, Carell tem procurado diversificar a sua carreira, indo mais além do que a comédia. Assim, através de projetos como “Gru – O Maldisposto“, “A Queda de Wall Street” e “Amor, Estúpido e Louco”, Steve Carell tem demonstrado aquilo de que realmente é capaz. Esta experiência levou-o mesmo a alcançar uma nomeação aos Óscares pela sua performance em “Foxcatcher”.
Agora, o ator está pronto a regresso à televisão e ao humor, com uma nova e divertida série da HBO Max. “Rooster” chegou aos ecrãs nacionais em março e, em poucos dias, já alcançou o Top das mais vistas do streaming no nosso país. Assim, a série supera títulos como “Heated Rivalry“, “A Knight of the Seven Kingdoms” e “DTF St. Louis“.
Qual a história de Rooster?

“Rooster” segue Greg Russo, um escritor de meia-idade, autor de uma série de romances de verão de grande sucesso comercial sobre um investigador privado chamado Rooster. A série desenrola-se quando ele chega ao Ludlow College, uma faculdade de artes liberais na Nova Inglaterra, para dar uma palestra sobre os seus livros, organizada pelo professor de Inglês Dylan Shepard.
Criada por Bill Lawrence e Matt Tarses, a série procura seguir o sucesso de “Scrubs”, “Ted Lasso” e “Terapia Sem Filtros“, dos mesmos criadores. Além disso, o elenco junta Steve Carell, Charly Clive e Danielle Deadwyler, bem como Phil Dunster, John C. McGinley e Lauren Tsai.
O que diz a crítica sobre a série da HBO Max?

A série de Steve Carell conquistou uns impressionantes 88% de aprovação entre os críticos do Rotten Tomatoes. “O Rooster mais parece um grande ursinho de peluche que compraste numa feira. Um pouco artificial, mas mesmo assim macio, reconfortante e sempre ao teu lado. E, às vezes, é tudo o que precisas que a tua série de televisão seja” constata Kelly Lawler, do USA Today.
Por fim, Robert Lloyd, do Los Angeles Times, refere que “É uma série sem grandes apostas, de tom suave, humano, basicamente delicado, um pouco fantástico, um pouco burlesco, com um elenco bem escolhido e interpretados de forma excelente em todos os momentos, qualidades de que eu gosto, e talvez tu também gostes”.

