Anya Taylor-Joy é das revelações mais entusiasmantes da última década, mais corretamente dos últimos 10 anos. Isto porque o seu primeiro grande sucesso, com apenas 19 anos, foi o fantástico “The Witch” (2016).
Após esse feito, a atriz britânico-argentina não tirou o pé do pedal, e logo no ano seguinte, arranca com “Split” (2016) e o resto, é história ainda a ser contada. Após o gigante sucesso de “The Super Mario Galaxy Movie” (2026), o seu próximo filme é “Dune: Part Three” (2026). Acho que não preciso dizer mais…
Com esta introdução, quis realçar não só o seu talento inegável de Anya Taylor-Joy , como a sua filmografia respeitada, que se deve à sua rigorosa seleção de projetos. Dos quais, este, voltou a ser um sucesso para a atriz, pelo menos na crítica.
Onde ver Furiosa: Uma Saga Mad Max
“Furiosa: Uma Saga Mad Max” (2024), escrito e realizado por George Miller e co-escrito por Nick Lathouris, conta a história de Furiosa (Anya Taylor-Joy), que após ser raptada do Lugar Verde de Muitas Mães, é obrigada a sobreviver perante o tiranismo dos rivais Dementus (Chris Hemsworth) e Immortan Joe (Lachy Hulme).
Tem estreia marcada para o domingo de 23 de Agosto às 21h20, no canal Star Channel. Com uma duração de 2h e 28 minutos, a ação frenética do mestre George Miller, vai certamente garantir que aguenta a noitada que lhe espera.
Aprovação crítica de Anya Taylor-Joy na saga

No Rotten Tomatoes, os críticos concedem uns impressionantes 90% de taxa de aprovação, e a audiência está na mesma página, e concede 88%. Os críticos apontaram especialmente para a intensidade do olhar de Anya Taylor-Joy, algo essencial na personagem, resultante da sua mudez.
Já o Letterboxd, conseguimos ter noção da dimensão do filme. Ao momento, é visto por 1.4 milhões de pessoas, garantindo 386 mil Favoritos. Muitas pessoas não o viram no cinema, até porque os resultados negativos obrigaram-no a ser rapidamente tirado pela Warner, o que impediu que houvessem novas vagas de espectadores.
O desastre financeiro de Furiosa: Uma Saga Mad Max

Mesmo que seja protagonizada por Anya Taylor-Joy, a produção foi um flop financeiro. Uma sequência lançada 9 anos depois corre sempre grandes riscos, e muitas vezes não corre bem. Com um orçamento de aproximadamente 168 milhões de dólares, o filme faturou apenas 174.
Apesar de ser mais do que custou, não inclui os gastos de dezenas de milhões em marketing, o que piora ainda mais o caso. Mesmo assim, está anunciada uma continuação, “Mad Max: The Wasteland”, que irá ser o último filme da saga, que continuará em série.
George Miller mostra assim o seu desejo de acabar a saga, iniciada em 1979 com “Mad Max”, em melhores termos. Assim como a saga “Taken”, cujo último filme, “Taken 3” (2014), faturou aproximadamente 7 vezes o seu custo.
A produção está confirmada, assim como o regresso de Tom Hardy ao papel de Max Rockatansky após “Mad Max: Fury Road” (2015). O restante elenco não está confirmado, mas Anya Taylor-Joy não deverá voltar ao papel de Furiosa, resultante do prejuízo gerado.
Por mais que tenha tido um desastre financeiro, a produção não teve grande destaque nas premiações. A Academy of Science Fiction, Fantasy & Horror Films nomeou-a para 3 Saturn Awards, não vencendo nenhum. Eliot Knapman e Margaret Sixel perderam o prémio de Melhor Montagem para Dean Zimmerman e Shane Reid por “Deadpool & Wolverine” (2024);
Anya Taylor-Joy perdeu o prémio de Melhor Atriz que foi para Demi Moore pelo horror corporal “The Substance” (2024); e por último, perdeu o Saturn Award de Melhor Filme de Ficção Científica para “Dune: Part Two” (2024).

