A emancipação das personagens lésbicas no Séc. XXI

 

A propósito da estreia nacional de Carol, relembramos algumas das mais complexas personagens lésbicas do Cinema do séc. XXI .

 

Não tem sido um percurso fácil, o do Cinema LGBT.

Ao longo de décadas as películas dedicadas a personagens lésbicas, gay, bissexuais ou transsexuais foram escassas resumindo muitas destas a interpretações de relevo secundário de função dúbia – de alguma forma, muitas eram exploradas negativamente e relegadas ao papel de vítimas, de psicopatas, de assassinas, de prostitutas.

Não tem sido um percurso fácil, mas no final dos anos 60, com o empurrão da descriminalização da homossexualidade no Reino Unido, a indústria começou (muito) lentamente a compor pequenos progressos.

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Chegamos a 2016 com um longo caminho ainda pela frente, mas o séc. XXI comprovou-se como uma era basilar para o desenvolvimento do Cinema LGBT no geral, e do Cinema Lésbico em particular, podendo hoje assistir-se a uma crescente proliferação de mais e boas narrativas que permitem a exploração descomplexada das suas personagens (independentemente ou não da sua orientação sexual).

Hoje, e a propósito da estreia nacional de Carol de Todd Haynes com Rooney Mara e Cate Blanchett, relembramos algumas das melhores e mais complexas personagens lésbicas que o Cinema do séc. XXI já viu nascer.

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Catarina Oliveira

Licenciada em Ciências da Comunicação e com formação complementar em Design Gráfico, além de editora e diretora criativa da MHD é também uma das sócias fundadoras da mais recente face da empresa. Colaboradora de Cinema na Vogue Portugal. Gestora de conteúdo na Lava Surf Culture e NOS Empresas - Criar uma Empresa. Autora do blog de Cinema Close-Up.

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