Foster The People e Chet Faker: os “soberanos” da última noite do NOS Alive (Parte II)

O festival, que decorreu durante três dias no Passeio Marítimo de Algés, terminou no passado dia 12, numa noite em que todos os palcos encheram.

Com o recinto já composto, uma vez que este foi o dia em que se registaram menos festivaleiros, os Bastille subiram ao palco por volta das 21h00. Os espetadores eram muitos e de várias idades, estando os jovens em maior número. Apresentando sonoridades pop-rock com uma leveza semelhante à brisa de uma tarde de verão, este demonstrou-se um concerto dinâmico e que levou muitos dos presentes ao rubro logo nos primeiros minutos, quando Dan Smith se dirigiu ao público com um simpático “Olá Lisboa!”, depois de abrir o espetáculo com “Bad Blood”.

Seguiram-se temas como «Laura Palmer», «Things We Lost In The Fire» e uma versão de “No Scrubs”, das TLC, que mantiveram o clima de festa que se viveu durante todo o concerto da banda britânica. “Of The Night” foi um dos pontos altos do concerto, tendo em conta que muitas pessoas se dirigiram para mais perto do palco, já adivinhando o tema final “Pompeii”, que apesar dos problemas técnicos que impossibilitaram que se ouvisse grande parte da música, foi cantado e dançado pelos fãs de forma animada.

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Ana Rodrigues, 32 anos, contou à Magazine.HD ter gostado do concerto pois a banda foi “super interativa com o público e puxou por nós”.

Após o concerto dos Bastille, o público foi-se dividindo. Alguns dos presentes ainda conseguiram ver um pouco da atuação dos Unknown Mortal Orchestra ( referidos na parte I do artigo), outros aproveitaram para jantar ou passear pelo recinto, mas muitos foram os que ficaram para guardar lugar para ver Foster The People, a banda que se seguiria no palco NOS.

Pela primeira vez em Portugal, os Foster The People foram a banda que mais público chamou ao palco principal na última noite do NOS Alive e foi notável, assim que soaram os primeiros acordes da banda que apresenta agora o segundo álbum “Supermodel”, a animação de muitos que tinham como propósito principal assistir a este concerto.

As bandeiras de diversos países esvoaçaram durante todo o concerto e a energia contagiante vinda do palco, em sintonia com os ritmos alegres de temas como «Coming of Age»,”Are You What You Want to Be?” , «Houdini» e “Call It What You Want”, foram a receita para o concerto mais enérgico da noite.

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Mark Foster, vocalista da banda californiana, fez questão de manter contacto com o público :“Tonight we will celebrate Portugal?”, tendo como resposta uma onda de aplausos e exclamações. “Obrigada! Thank you so much Portugal!”, despediu-se o vocalista após ter levado a plateia ao rubro com os temas “Pumped Up Kicks” e “Don’t Stop”.

“Foi o melhor concerto dos 3 dias de festival. O primeiro com interação e em que se via toda a gente divertida durante o concerto, quer conhecesse ou não as novas músicas.”, referiu Inês Vale, 26 anos, que tinha como principal objetivo ver Chet Faker, no palco Heineken.

-> Parte 1/3

Fotografia por Hugo Macedo

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