Fundação MEO apresenta novo projeto onde podes levar livros gratuitamente
A Fundação MEO apresentou, no Fórum Picoas, em Lisboa, o relançamento das Cabines de Leitura, um projeto que devolve vida e função a um dos objetos mais emblemáticos da história das telecomunicações em Portugal.
As antigas cabines telefónicas passam a assumir-se como microbibliotecas e espaços culturais abertos, reforçando a aposta da Fundação numa tecnologia com impacto social e proximidade às comunidades.
De cabines telefónicas a espaços culturais

O projeto procura, então, preservar a memória coletiva associada às cabines telefónicas, ao mesmo tempo que lhes atribui uma nova função social. Assim, deixaram de ser apenas um vestígio do passado para se tornarem espaços culturais acessíveis. Onde qualquer pessoa pode levar ou deixar livros gratuitamente, promovendo a leitura e o contacto com a cultura.
Segundo Carolina Pita Negrão, diretora da Fundação MEO, “decidimos dar uma nova vida às antigas cabines telefónicas, transformando-as em espaços abertos à comunidade. Espaços para todos, pontos de cultura e de proximidade”.
Um espaço pensado para todas as idades
Assim, neste novo projeto, a leitura está integrada com a de tecnologia digital. As novas cabines passam a disponibilizar conteúdos digitais acessíveis através de QR Code. Também contam com uma parede instagramável, um espaço dedicado às crianças e ainda uma caixa postal para mensagens positivas.
Incentivando, então, a participação ativa de quem passa, lê, escreve e partilha. O objetivo é criar novas memórias coletivas e hábitos de leitura. Após a inauguração da cabine de Picoas, está prevista, ao longo do primeiro trimestre de 2026, a requalificação de mais nove cabines em diferentes regiões do país, nomeadamente no Porto, Beja, Portimão, Fundão, Oliveira de Azeméis, Góis, Benavente, Feijó e Gouveia.

