A melhor série da HBO Max está há quase um ano no top em Portugal
“The Pitt” afirma-se como um dos maiores sucessos recentes da HBO Max. Estreada nos Estados Unidos a 9 de janeiro de 2025, a série mantém-se no topo das mais vistas em Portugal há 184 dias consecutivos, algo difícil de alcançar.
Qual é a história de “The Pitt”?

Com uma narrativa intensa e realista, a história acompanha a equipa do Centro Médico de Trauma de Pittsburgh, que trabalha sem pausas num serviço de urgência sobrelotado e com falta de recursos. Ao mesmo tempo que enfrenta casos clínicos complexos, o corpo clínico lida com dilemas éticos, pressão institucional e desafios pessoais.
Quem faz parte da série da HBO Max?

A série conta com Noah Wyle no papel principal, assumindo também funções de produtor executivo. Conhecido pelo percurso em dramas passados em meios hospitalares, o ator lidera um elenco sólido que inclui Tracy Ifeachor, Patrick Ball, Katherine LaNasa, Supriya Ganesh, Fiona Dourif, Taylor Dearden, Isa Briones, Gerran Howell, Shabana Azeez e Sepideh Moafi. Além de Wyle, a produção reúne nomes experientes como R. Scott Gemmill e John Wells.
O que diz a crítica?

O impacto da série reflete-se nas avaliações. No IMDb, “The Pitt” apresenta uma classificação de 8,9 em 10, enquanto no Rotten Tomatoes atinge 97% de aprovação. Ou seja, são números que confirmam a receção extremamente positiva tanto da crítica especializada como do público.
Assim sendo, John Anderson, do Wall Street Journal, escreve, “os factos dificilmente são a cura para a estagnação dramática, ou Ken Burns seria Quentin Tarantino. Será que The Pitt é um retrato fiel da medicina nas salas de emergência? Não faço ideia. Mas devorei a segunda temporada como uma ambulância em chamas”.
Porque lidera o streaming em Portugal?

Assim sendo são vários fatores´que explicam este desempenho em Portugal. Por um lado, o género neste meio hospitalar continua a conquistar audiências, como aconteceu com “Dr. House” e “Anatomia de Grey“. Por outro, a série aborda temas mais atuais como burnout profissional, pressão orçamental e desigualdade no acesso à saúde, criando identificação imediata.

