©Sony Pictures

“28 Anos Depois: O Templo dos Ossos” (título original 28 Years Later: The Bone Temple), de Nia DaCosta, chegou aos cinemas a 15 de janeiro de 2026. Trata-se quarto filme da saga que arrancou em 2002 e é a sequela direta de “28 Anos Depois” (2025). Ralph Fiennes, Jack O’Connell e Alfie Williams voltam a repetir os seus papéis.

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“28 Anos Depois: O Templo dos Ossos” já está no streaming

Agora, o filme acaba de chegar à Netflix, depois de uma passagem relativamente rápida pelos cinemas. Assim, o projeto faz companhia a vários filmes de terror disponíveis na plataforma. Entre eles, destacam-se “Abigail” (2024), “Silêncio” (2019), e mais recentemente “Final Destination: Bloodlines”.

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O que é a saga “28 Dias Depois”

© Sony Pictures

A série de filmes iniciou-se em 2002 com “28 Dias Depois”, de Danny Boyle. Na película, o vírus da raiva  espalha-se pelo Reino Unido e transforma quem é infetado numa máquina de violência quase instantânea. Posteriormente, “28 Semanas Depois” (2007) expandiu a história para uma tentativa  de reconstrução de Londres sob ocupação militar norte-americana.

Quase duas décadas depois, a saga voltou em 2025 com “28 Anos Depois”. Nesta fase, a ação passa-se numa Grã-Bretanha isolada do resto do mundo, onde comunidades sobrevivem em ilhas e o território continental está dominado pelos infetados, agora mais evoluídos e perigosos. “O Templo dos Ossos” dá continuidade direta a essa história, sendo o segundo capítulo de uma trilogia planeada por Boyle e Garland.

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A história de “O Templo dos Ossos”

O filme segue Spike (Alfie Williams), agora acolhido pelo grupo de Jimmy Crystal (Jack O’Connell). Crystal é um líder sinistro que comanda uma espécie de culto no continente. Em paralelo, o Dr. Ian Kelson (Ralph Fiennes) continua a sua vida isolada junto ao chamado “templo de ossos”, tentando estabelecer uma ligação com um Alfa, um infetado já super evoluído, enquanto persegue uma descoberta científica que pode mudar o rumo da humanidade.

À medida que a narrativa avança, fica claro que os infetados deixaram de ser a única ameaça: a crueldade dos próprios sobreviventes revela-se tão ou mais perturbadora.

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O que diz a crítica sobre “28 Anos Depois: O Templo dos Ossos”

A longa-metragem ficou aquém das expectativas em bilheteira. Apenas arrecadou 58,5 milhões de dólares em todo o mundo, contra um orçamento de produção estimado em 63 milhões.

Apesar do fraco desempenho comercial, “28 Anos Depois: O Templo dos Ossos” foi muito bem recebido. Aliás, no Rotten Tomatoes,  regista 91% de aprovação da crítica e 88% do público, além de uma média de 81 no Metacritic.

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Por exemplo, o “The Playlist” nota que o filme tem bastante para dizer sobre doença e surtos. O autor acredita tratar-se de uma metáfora para a própria humanidade e para o “circo” que consumimos todos os dias. Para a publicação, essa é a tensão que define o filme: “beleza contra barbárie, silêncio contra caos”.

Por outro lado, a “Time” resume o resultado como um misto de acerto e oportunidade perdida, onde os prós e contras “colidem uns com os outros em discórdia desafinada”.

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28 Anos Depois: O Templo dos Ossos
"28 Anos Depois: O Templo dos Ossos"

Onde ver o resto da saga “28 dias depois”

Para quem quer aproveitar e ver a série de filmes antes ou depois de ver “28 anos depois: O Templo dos Ossos” na Netflix. “28 Dias Depois” (2002) está disponível para aluguer ou compra digital, “28 Semanas Depois” (2007) pode ser visto na Disney+, “28 Anos Depois” (2025) está na Max.


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