O verão continua a oferecer-nos uma grande quantidade de projetos para assistirmos ao longo das férias, muito graças ao streaming. Desde filmes de qualidade, a séries recheadas de ação e divertimento, a aposta tem sido forte ao longo das últimas semanas.
Porém, tem sido a Netflix que nos tem deixado mais impressionados com os seus esforços, ao lançar diversos novos projetos todas as semanas. Embora a escolha seja difícil, há sempre algo no catalogo sempre crescente que merece ser descoberto, mas que acaba por passar despercebido.
Isso é exatamente o que aconteceu com a nova minissérie da Netflix. Estreada na plataforma de streaming em julho, a minissérie manteve-se no Top dos mais vistos durante vários dias, mas acabou por cair no esquecimento. No entanto, ainda vais a tempo de descobrir o grande mistério de “Summer ’36”.
Qual a história de Summer ’36?
“Summer ’36” decorre em Nice, uma região simples e bela onde a elite passa férias na Côte d’Azur, demonstrando a sua riqueza e superioridade. No entanto, quando se sentem incomodados pelos trabalhadores que gozam as suas primeiras férias pagas, tudo muda.
Assim, a minissérie dá a conhecer a incrível história de quatro mulheres de diferentes classes sociais, que se envolvem num assassinato no luxuoso Hotel Riviera.
Quem faz parte do elenco de Summer ’36?

Desenvolvida por Marie Deshaires e Catherine Touzet, a minissérie conta com realização de Frédéric Garson ao longo de 6 episódios. Julie De Bona e Sofia Essaïdi protagonizam o projeto da Netflix, dando vida a Blanche Acquerman e Eugénie Berthier, respetivamente.
Além disso, o elenco junta ainda Nolwenn Leroy, Constance Gay e Miou-Miou, bem como Camille Japy e Pascal Elbé.
O que diz a crítica sobre Summer ’36 da Netflix?
A minissérie da Netflix dividiu a crítica, alcançando os 60% de aprovação no Rotten Tomatoes. “‘Summer ’36’ não reinventa a roda, mas encontra a sua identidade nas cativantes interpretações das suas quatro personagens principais e na forma como combina habilmente drama e mistério”, refere a Espinof.
Por fim, a Common Sense Media constata que “Este elegante romance policial dá vida à França dos anos 30, usando as primeiras férias pagas para os trabalhadores do país como pano de fundo para uma história sobre divisões de classe e mudanças sociais”.

