A minissérie documental “Desaparecida: Natalee Holloway” (“Taken: Natalee Holloway”) acaba de estrear na plataforma e já está no topo. Assim, destronou “Lupin” e ocupa o primeiro lugar do Top de séries mais vistas da Netflix em Portugal.
Do que trata “Desaparecida: Natalee Holloway”?
A minissérie documental tem 3 episódios. Recua a 30 de maio de 2005 e recorda o trágico desaparecimento de Natalee Holloway. A jovem norte-americana tinha 18 anos e viajou até Aruba numa viagem de finalistas. No entanto, nunca chegou a apanhar o voo de regresso a casa.
Natalee saiu de um bar acompanhada por Joran van der Sloot e outros dois jovens. Foi a última vez que alguém a viu. Depois disso, as autoridades detiveram Joran várias vezes ao longo da investigação. Porém, nunca reuniram provas suficientes para o acusar formalmente na altura.
Só em outubro de 2023 a história mudou. Joran extorquiu dinheiro à mãe da vítima e prometeu-lhe informações falsas. Nessa altura, confessou que matou Natalee porque ela recusou ter relações sexuais com ele. Contudo, ninguém chegou a recuperar o corpo, e Joran cumpre pena apenas por outros crimes. Por isso, a família continua sem conseguir fazer o devido luto.
Neste contexto, a série explora estes acontecimentos pela perspetiva dos mais próximos. Além disso, revela detalhes inéditos e mostra o impacto de duas décadas de buscas.
“Desaparecida: Natalee Holloway” é uma produção da Story Syndicate. Dani Sloane e Matthew Galkin assinam a realização. Liz Garbus, Dan Cogan, Jon Bardin, Dani Sloane e Tommy Coriale encarregam-se da produção executiva. Além disso, a equipa teve acesso exclusivo aos elementos da investigação e ao círculo íntimo da vítima, nomeadamente a mãe, Beth Holloway.
O que diz o público sobre “Desaparecida: Natalee Holloway”?
No IMDb, a minissérie documental tem 6,6 em 10. Muitos utilizadores destacam o respeito com que a série conta a história. Um espectador refere que o documentário “tem sucesso porque nunca perde de vista a pessoa no centro da história”. Além disso, elogia a série por afastar o sensacionalismo e focar a dor e a persistência extraordinária de Beth Holloway durante mais de 20 anos.
Da mesma forma, outro testemunho reforça o papel fundamental da mãe de Natalee. Considera a luta dela admirável e afirma que “ter uma mãe assim é uma sorte”. Por isso, classifica como injustas as acusações de privilégio contra a família.


