Desapareceu Harry Dean Stanton actor de culto

Harry Dean Stanton trabalhou com realizadores como David Lynch e Wim Wenders.

O papel de pai amnésico no filme “Paris, Texas”, com guião de Sam Shepard e banda sonora de Ry Cooder, valeu ao realizador Win Wenders a Palma de Ouro no festival de cinema de Cannes em 1984.

Stanton participou, quase sempre em papéis secundários, em êxitos como “O Padrinho – Parte II” (1974) e “Do Fundo do coração” (1984) de Francis Ford Coppola, “Alien, o oitavo passageiro” (1979) de Ridley Scott, “Fuga de Nova Iorque” (1981) de John Carpenter, “A Última Tentação de Cristo” (1988) de Martin Scorsese, ou “À Espera de um Milagre” (1999) de Frank Darabont.

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Com o realizador norte-americano David Lynch, Stanton entrou nos filmes “Coração Selvagem” (1990), “Twin Peaks: Os últimos sete dias de Laura Palmer” (1992), e “Uma história simples” (1999).

O realizador David Lynch lamentou já a sua morte, dizendo que “não havia ninguém como [Harry Dean Stanton]”. “Era um grande ator (mesmo para lá de grande) e um grande ser humano”, escreveu ainda.

Para além do cinema e da televisão, Stanton estava também ligado à música. Tocava frequentemente em Los Angeles com a sua banda, a Harry Stanton Band, lançando Partly Fiction, o seu álbum de esteia, em 2014. Entrou, ainda, em videoclips de nomes como Procol Harum, Ry Cooder, Black Rebel Motorcycle Club e Bob Dylan.

Cátia Santos

Observadora, comunicadora, crítica, muito curiosa, apaixonada pela escrita criativa e informativa. Devoradora de livros e de música, com um especial gosto por tecnologia.

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