O Mascarilha | Fun Facts

 

O MASCARILHA estreia nos cinemas em Portugal a 8 de agosto de 2013.

O filme que volta a reunir Gore Verbinski e Johnny Depp – The Lone Ranger (O Mascarilha)

O título promete ser uma emocionante aventura repleta de ação, humor e um bom western.

TRAILERS

Definitivo

Teaser Trailer

SINOPSE

Tonto (Johnny Depp), um nativo Americano de espírito guerreiro, relata as histórias inéditas que transformaram John Reid (Armie Hammer), um homem da lei, num lendário justiceiro – levando o público numa corrida desenfreada por entre surpresas épicas e momentos de tensão humorística, enquanto estes dois heróis improváveis aprendem a trabalhar juntos no combate à ganância e à corrupção.

Do produtor Jerry Bruckheimer e do realizador Gore Verbinski, a equipa de cineastas por trás do bem-sucedido franchise “Piratas das Caraíbas”, chega-nos “O Mascarilha” da Disney/Jerry Bruckheimer Films, uma emocionante aventura repleta de acção e humor, onde o famoso herói de máscara preta reaparece sob uma nova perspectiva.

“O Mascarilha” conta ainda com as participações de Tom Wilkinson, William Fichtner, Barry Pepper, James Badge Dale, Ruth Wilson e Helena Bonham Carter.

Descubra as curiosidades das rodagens de O MASCARILHA

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  • “O Mascarilha” (“The Lone Ranger”) estreia em 2013, precisamente 80 anos depois de a personagem iniciar o seu caminho nas ondas sonoras por cortesia da rádio WXYZ em Detroit, Michigan, a 30 de Janeiro de 1933. E, por coincidência, Detroit é a cidade onde o produtor Jerry Bruckheimer nasceu e foi criado!

 

  • Duas figurantes vestidas com fatos de época para a sequência da Exposição Wild West foram Ann Simon e a sua filha de dez anos Jenna Jewell Simon, respectivamente a neta e bisneta de James Jewell, que dirigiu a primeira transmissão da série radiofónica de “The Lone Ranger” a 30 de Janeiro de 1933, e muitas posteriores a essa.

 

  • A criação da máscara de O Mascarilha exigiu muita tentativa-erro do departamento de maquilhagem de Joel Harlow, com dez desenhos diferentes e sete provas com o actor Armie Hammer. A versão final foi moldada a vácuo sobre o rosto de Hammer, e feita de cabedal de pele de cabra muito macio.

 

  • O consultor visual do filme Mark “Crash” McCreery meteu de tal forma as mãos ao trabalho que até talhou à mão os petróglifos Nativos Americanos que adornam a moldura de madeira em redor do diorama de Old Tonto na tenda da Exposição Wild West, e pintou pessoalmente os símbolos nas paredes de um túnel de comboio de 61m de comprimento desenhado por ele, que foi construído em Creede, Colorado.

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  • Para tornar o seu mundo físico de “O Mascarilha” e o de Gore Verbinsky uma realidade, a equipa do departamento artístico do consultor visual Mark “Crash” McCreery foi composta por seis directores artísticos, onze cenógrafos, dois ilustradores, um artista cénico, múltiplos artistas de storyboard, dois designers gráficos, dois fabricantes de modelos, um coordenador de investigação, um assistente de produção do departamento artístico e 274 membros da equipa de construção.

 

  • Doze estruturas de tamanho real compunham a cidade de Colby, Texas, construída em Rio Puerco, Novo México, incluindo uma estação ferroviária, um estábulo de cavalos, um saloon, uma pensão, um banco, um escritório do xerife e várias lojas.

 

  • Junto a Colby foi edificada outra cidade destinada a situar-se num Estado diferente, Promontory Summit, Utah, construída com tijolo e madeira de forma mais sólida do que a absolutamente decadente Colby. A cidade foi um elemento crucial na recriação da famosa cerimónia Golden Spike que teve lugar no dia 10 de Maio de 1869, quando os comboios da Union Pacific e Central Pacific se encontraram frente a frente depois de completa a Ferrovia Transcontinental.

 

  • O cenário colorido e magnificamente bizarro de “Hell on Wheels” foi pré-fabricado no armazém do departamento artístico em Albuquerque durante cinco semanas e depois, ao longo de outras seis semanas, montado para as filmagens nas colinas de Lamy, Novo México. O resultado final foi uma fantástica cornucópia populada por uma esplêndida e estranha combinação de encantadores de serpentes, peculiaridades humanas, comedores de fogo, comerciantes de chá, médicos de problemas intestinais, dentistas, fanáticos religiosos e trabalhadores das linhas férreas, dispostos num ambiente de abundantes tendas, palcos e cabines decrépitas ancoradas pelo grandioso exterior do Red’s Traveling Entertainments.

 

  • A decoradora de cenários Cheryl Carasik – já premiada com um Academy Award® – recebeu recomendações sobre o revestimento das câmaras do Red Harrington da própria Helena Bonham Carter, que interpreta o papel da dona do saloon. Entre os pedidos de Carter para o cenário, estavam um par de algemas da época, chicotes, livros de medicina idênticos aos do período de 1860 e alguns livros ousados que mostravam um pouco mais do que ombros expostos.

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  • O cenário de Sleeping Man Mine, construído no montanhoso Creede, Colorado, a uma altura de mais de 2.743m acima do nível médio do mar, foi desenhado para combinar com as actuais construções históricas da mina de prata do século XIX da cidade. As novas estruturas incluíram um túnel ferroviário de 61m de comprimento com uma fachada de rochas falsas de 12 metros de altura, 1,6km de caminhos-de-ferro, caminhos elevados e cavaletes para carrinhos de minérios, e ainda barracões mineiros que, apesar de recentemente construídos, aparentavam ser suficientemente antigos para caírem a qualquer momento.

 

  • Creede, Colorado, uma das localizações mais importantes do filme, tem uma verdadeira história do Velho Oeste. Foi em Creede que Robert Ford, o “cobardezinho sujo” que alvejou Jesse James, foi ele próprio abatido a tiro em 1892.

 

  • A assustadoramente instável “Spirit Platform”, na qual John Reid (Armie Hammer) acorda, era mesmo assustadoramente instável precisamente no limite do Moab, no Dead Horse Point do Utah, com uma inclinação de aproximadamente 610m até ao fundo do vale e ao Rio Colorado em baixo. A própria plataforma vacilante estava a mais 5,5m e sim, aquele é mesmo o Armie Hammer e não um duplo lá em cima!

 

  • Ainda que não transporte armas de fogo, Tonto possui duas facas, uma das quais ironicamente inspirada numa cavilha de caminhos-de-ferro.

 

  • A perna de marfim de Red Harrington (Helena Bonham Carter) foi desenhada pelo consultor visual Mark “Crash” McCreery e o ilustrador Jim Carson, com o trabalho manual desenvolvido pela artista de gravação do Texas Linda Karst-Stone. Tiveram de ser produzidas três versões diferentes da perna, tendo uma delas sido preparada pelo departamento de efeitos especiais de John Frazier com um cano de espingarda móvel, fogo, fumo e comandos pneumáticos.

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  • A Designer de Figurinos Penny Rose assegurou que todo o guarda-roupa seria de materiais genuínos à época e ao local: lã, algodão e seda. Não há fechos, os botões têm apenas dois buracos como na época e cada figurante do sexo feminino usa corpete.

 

  • Para envelhecer apropriadamente o guarda-roupa, Penny Rose e a sua equipa usaram uma variedade de técnicas inovadoras, incluindo colocá-los juntamente com cascalho num misturador de cimento, utilizando raladores de queijo para os desgastar e, ocasionalmente, passando também com maçaricos nos materiais!

 

  • Antes das filmagens começarem realmente, todo o elenco do filme teve de ir ao Campo de Férias de Cowboys [“Cowboy Boot Camp”] num rancho em Albuquerque, Novo México, para aprender a montar, disparar, laçar, colocar selas nos cavalos, conduzir carroças – o quer que a acção exigisse.

 

  • Entre os especialistas de consultoria técnica destacados para trabalhar com o elenco, estava o perito pistoleiro Keith Meriweather, que demonstrou os pormenores de pegar na arma, incluindo rápidos movimentos de sacar e rodar a arma; e Steve Brown, um dos oito reconhecidos mestres de iô-iô mundiais, que precisou de ensinar a Tom Wilkinson a maneira característica como a sua personagem, Latham Cole, roda, apanha e larga um relógio de bolso.

 

 

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Rui Ribeiro

Engenheiro, publisher, melómano e audiófilo, daqueles que ainda vão ao cinema, compram vinil, cd's, blu-rays, a Empire e a Stereophile em papel.

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