NOS Alive

15 Concertos a não perder no NOS Alive

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Japandroids | 13 de julho, Palco Sagres – 17h50

Japandroids

A dupla de canadianos arranca cedo no Palco Sagres, um pouco antes das 18h, mas irão atrair os primeiros espectadores para um concerto muito rico em de decibéis. Temas como Near To The Wild Heart Of Life vão preparando mais um dia de NOS Alive que se espera de muita boa música e muitas surpresas.

The Kooks | 13 de julho, Palco NOS – 19h50

The Kooks

Sem editar um disco de originais desde 2014, ano em que lançaram Listen, os The Kooks virão apresentar-se em modo best of, em honra de The Best Of… So Far, compilação que editaram em 2017 e que reúne todos os seus singles de sucesso.

Yo La Tengo | 13 de julho, Palco Sagres – 20h25

Yo La Tengo

Talvez não seja a escolha mais óbvia para muitos dos visitantes do festival, mas perante Ira Kaplan, Georgia Hubley e James McNew a fazer a sua primeira digressão europeia desde o lançamento do último álbum de estúdio, Stuff Like That There de 2015, espera-se casa cheia no Palco Sagres.

São uma das mais apreciadas e respeitadas bandas norte-americanas do movimento indie e em mais de três décadas de carreira reúnem mais de duas dúzias de discos e trazem-nos agora o novo There’s A Riot Going On. Sabem o que é ter uma banda de culto? O NOS Alive diz “Yo La Tengo”.

The National | 13 de julho, Palco NOS – 21h20

The National

Assim que os The National esgotaram o Coliseu, no passado mês de Outubro, que queríamos conhecer a data do próximo encontro dos The National com o público português, com quem mantém uma relação muito próxima há quase uma década.

Vêm ao Passeio Marítima de Algés para uma nova apresentação do seu sétimo disco, Sleep Well Beast, num concerto onde não faltaram icónicos temas do passado. A banda deve presentear-nos com mais uma viagem memorável.

Queens of Stone Age | 13 de julho, Palco NOS – 23h05

Queens of Stone Age

Desde que nasceram, em 1996, os Queens of the Stone Age já tiveram muitas etapas. Josh Homme, ao lema da banda, tem sido a única constante, ao ponto do grupo. O grupo está, hoje, sonoramente, muito distante dos primeiros discos mais pesados.

De banda de stoner rock (no álbum de estreia homónimo), passaram por um grupo genial que dominou na sua melhor fase, por altura de Rated R e Songs for the Deaf, a um rock pesado (Lullabies to Paralyze e Era Vulgares) e hoje uma máquina hard rock ( Villains). Em palco honram o rock’n’roll.

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Cátia Santos

Observadora, comunicadora, crítica, muito curiosa, apaixonada pela escrita criativa e informativa. Devoradora de livros e de música, com um especial gosto por tecnologia.

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