15 Filmes mais sobrevalorizados do século XXI | Os Oito Odiados (2015)

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Nos últimos anos a aposta de Tarantino foram sem dúvida os westerns mas não temos a certeza se terão sido as apostas certas. Pelo menos para o realizador porque houve sempre alguém da equipa que sobressaiu.

Mais um western de Tarantino que à semelhança de “Django Libertado” (2013), conseguiu reunir um elenco de luxo. De um elenco maioritariamente masculino, em função da storyline do filme, destaca-se no entanto Jennifer Jason Leigh que foi a grande presença feminina no projeto e que arrecadou não só a nomeação ao prémio de Melhor Atriz Secundária nos Óscares como outras nomeações nos Globos de Ouro, BAFTA, AACTA, entre tantos outros.

A cinematografia do filme, a cargo de Robert Richardson, é absolutamente exceptional mas melhor que isso só mesmo a banda sonora de Ennio Morricone que não só venceu o Óscar como foi nomeado diversas vezes nessa temporada, incluindo para dois Grammys.

O que peca neste filme? Não existem plot twists suficientes que caraterizem “Os Oito Odiados” como um filme over the top. Com momentos de sobressalto mas que pouco ou nada acrescentam à acção, o argumento de Tarantino acaba por cair outra vez no mesmo de sempre. Uma história original, apelativa, mas com um extrazinho em falta para chegar àquele patamar de total surpresa geral.

Infelizmente Tarantino, mesmo depois de “Django Libertado”, insiste novamente num filme demasiado longo, diálogos fracos e com pouca profundidade em termos de magia das personagens como pudemos ver nos seus primeiros filmes como “Pulp Fiction” ou “Reservoir Dogs”.

Não é dos piores trabalhos dele mas com um elenco que reuniu nomes como Samuel L. Jackson, Kurt Russell e Tim Roth, seria expectável que a história fosse mais envolvente que vários bandidos presos numa cabana, em plena tempestade, a tentarem matar-se uns aos outros.

Marta Kong Nunes

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Daniel E.S.Rodrigues

Sonho como se estivesse num filme de Wes Anderson, mas na verdade vivo no universo neurótico de Woody Allen. Sou obcecado pela temporada de prémios, e gostaria de ter seguido a carreira de cartomante para poder acertar em todas as previsões dos Óscares, Globos de Ouro (da SIC), Razzies, Troféus TV7 Dias e Corpo do Ano Men's Health. Mas, nesse universo neurótico e imperfeito em que me insiro, acabei por me tornar engenheiro. Sigam-me no Instagram para mais bitaites sobre Cinema, Música, Fotografia e outras coisas desinteressantes.

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