Photo by StillMoving.Net for The Walt Disney Company Limited

Arrasado pela crítica, este filme com Gillian Anderson já é o mais visto do Disney+ em Portugal

Ao longo dos últimos 30 anos, Gillian Anderson tem desenvolvido uma grande afinidade com os fãs de ficção científica. A atriz ficou mundialmente conhecida pela sua participação na série “Ficheiros Secretos” que, ao longo de várias temporadas, explorou cantos misteriosos do género sci-fi.

Desde então, a atriz norte-americana tem-se mantido ativa, integrando o elenco de projetos como “Sex Education“, “American God” e “The Crown“. Esta última série levou a atriz a conquistar o seu segundo Emmy, com a interpretação da infame Primeira Ministra britânica Margaret Thatcher.

Pub

Assim sendo, após uma longa pausa, a atriz regressa agora ao género sci-fi com uma nova obra de proporções épicas, “Tron: Ares“.

Lê Também:
As 4 melhores séries para ver este fim de semana na Netflix e Apple TV

Qual a história da longa-metragem?

Tron Ares
Jared Leto em “Tron Ares” © Walt Disney Pictures

O terceiro capítulo da épica saga de ficção científica está a caminho do streaming nacional. “Tron: Ares” acompanha um programa altamente sofisticado, Ares, que é enviado do mundo digital para o mundo real numa missão perigosa.

Pub Ad Banner

Realizado por Joachim Rønning, o filme conta com Jared Leto e Greta Lee como protagonistas. Além disso, o elenco junta ainda Jeff Bridges, Evan Peters e Jodie Turner-Smith, bem como Gillian Anderson e Hasan Minhaj.

A longa-metragem chegou ao streaming do Disney+ no dia 7 de janeiro e, em apenas um par de horas, tornou-se imediatamente o filme mais visto do serviço.

Pub
Lê Também:
The Pitt: Guia completo da nova temporada da série vencedora dos Emmys

O que diz a crítica sobre “Tron: Ares”?

TRON Ares
© 2025 Disney Enterprises, Inc. All Rights Reserved.

“Tron: Ares” conta com 53% de aprovação entre os críticos do Rotten Tomatoes, mas 84% no que toca às audiências. “Não chega a ser psicadélico ao estilo de ‘Speed Racer’, mas é suficientemente elétrico para ser lamentado”, refere Jesse Hassenger, do AV Club.

Por fim, Sergio Burstein, do Los Angeles Times, confessa que “Não quebra o molde e cai frequentemente no método incómodo das explicações verbais excessivas, mas consegue manter-se fiel à criação de Steven Lisberger e introduzir comentários pertinentes sobre o estado atual da IA”.

Pub

About The Author


Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *