A Netflix recebe novos filmes e série todas as semanas, proporcionando horas sem fim de entretenimento. No entanto, nem todas as estreias da plataforma acabam por receber o devido destaque e passam completamente despercebidos dos espectadores.
Ainda assim, séries como “Habeas Corpus“, “The Perfect Lie” e “The Doll” têm conseguido quebrar barreiras, tornando-se verdadeiros fenómenos. Embora estas séries tenham sido capazes de sobreviver à avalanche de conteúdos que chegam ao serviço todas as semanas, há outras que nem tanto.
Assim, chegou a hora de te dar a conhecer uma nova minissérie que, apesar de estar a fazer furor lá fora, passou despercebida em Portugal. “My Sad Dead”, ou “Mis muertos tristes”, conta com apenas 4 episódios e oferece uma experiência arrebatadora que nunca irás esquecer.
Qual a narrativa de “My Sad Dead”?
“My Sad Dead” acompanha uma médica reclusa com capacidades sobrenaturais, que enfrenta uma perturbação quando a sua jovem sobrinha a visita. Assim, ela traz uma abordagem diferente e mais intensa ao dom que ambas partilham de comunicar com espíritos.
No entanto, tudo muda quando milhares de vidas são abaladas após começarem a sentir presenças e memórias a voltar com uma intensidade insuportável, obrigando-os a confrontar o que julgaram estar enterrado.
Quem faz parte do elenco de “My Sad Dead”?

Realizada por Pablo Larraín, a minissérie de origem argentina adapta a celebrada obra literária de Mariana Enriquez. Por outro lado, Larraín tem-se estabelecido como um nome a ter em conta no cinema, com obras como “Jackie” (Natalie Portman), “Spencer” (Kristen Stewart) e “Maria” (Angelina Jolie).
Além disso, o elenco junta Mercedes Morán, Dolores Fonzi e Alejandra Flechner, bem como Carolina Sánchez Álvarez e Carlos Portaluppi.
O que diz a crítica sobre “My Sad Dead” da Netflix?
“My Sad Dead” estreou no streaming da Netflix a 24 de setembro e arrecadou 80% de aprovação entre a crítica do Rotten Tomatoes. “É possível perceber que Larraín tentou incluir o máximo possível destas ideias díspares e mórbidas nestes quatro episódios, criando um painel de inspiração fúnebre para um projeto totalmente diferente de tudo o que já viram”, declara o Ready Steady Cut.
Por fim, a Cinemanía informa que “Exige dedicação, paciência e pensamento crítico, e não temos outra opção senão chamar-lhe terror elevado”.


