Cabelo curto (estilo Margarida Corceiro) ou longo (como a Rita Pereira) para as mulheres a partir dos 45 anos?

©Margarida Corceiro

Escolher um novo corte de cabelo depois dos 45 anos não significa, obrigatoriamente, cortar a metade da madeixa ou abandonar o comprimento de sempre. Pelo contrário, as tendências da próxima estação mostram que existem várias opções para quem procura um visual mais leve, moderno e com movimento.

Além disso, a L’Oréal Professionnel destaca para 2026 o french bob, o long bob, o clavicut, os cortes em camadas, o kitty cut e as franjas. Ou seja, a próxima estação não apresenta uma única direção: combina comprimentos diferentes e aposta sobretudo na possibilidade de adaptar cada tendência. Por isso, a verdadeira questão não passa por saber se o cabelo curto ou comprido é melhor, mas sim por descobrir qual o corte que melhor acompanha o rosto, a textura dos fios e o estilo de cada mulher.

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Afinal, o que é o Long Bob, o corte de cabelo que é uma tendência?

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Entre todas as opções, o long bob merece atenção especial. Este corte mantém o cabelo entre os ombros e a clavícula e, por isso, permite conservar alguma sensação de comprimento sem criar o peso de uma longa cabeleira completamente uniforme. Além disso, o corte pode ganhar pontas desfiadas ou camadas suaves. Dessa forma, o cabelo ganha movimento e cria uma moldura mais delicada para o rosto. Para mulheres a partir dos 45 anos que não querem fazer uma mudança demasiado radical, esta pode ser uma solução particularmente versátil.

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Por outro lado, o clavicut, que termina precisamente na zona da clavícula, segue uma lógica semelhante. A L’Oréal Professionnel apresenta-o como um comprimento médio versátil e fácil de manter. Portanto, pode funcionar como alternativa para quem quer atualizar o visual sem passar diretamente de uma longa cabeleira para um corte curto.

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Cabelo curto: a inspiração de Margarida Corceiro

 

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Se a vontade passa por uma transformação mais evidente, então os cortes curtos também entram nas tendências. Margarida Corceiro tornou-se um dos exemplos mais recentes desta mudança ao trocar o cabelo comprido por um bob em março de 2026. A atriz e modelo cortou o cabelo e aderiu a uma das grandes tendências do momento. Na altura, a mudança gerou várias reações positivas entre amigos e seguidores, enquanto diferentes publicações destacaram a aposta no bob.

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Contudo, para uma mulher a partir dos 45 anos, não é necessário copiar exatamente o corte de Margarida Corceiro. A referência pode servir apenas como ponto de partida. Afinal, o bob permite diferentes comprimentos, texturas e acabamentos.

Cabelo comprido: Rita Pereira mostra que o comprimento também funciona

 

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Por outro lado, cortar o cabelo não representa uma obrigação depois dos 45 anos. Quem prefere manter uma cabeleira longa também pode conseguir um visual leve, desde que o corte introduza movimento e evite um acabamento excessivamente pesado.

Rita Pereira é um bom exemplo de uma mulher que continua associada ao cabelo comprido. Em junho de 2025, a atriz surpreendeu ao revelar uma mudança de cor: aos 43 anos, contou que tinha pintado o cabelo completamente pela primeira vez, escolhendo um tom caramelo para uma nova personagem.

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A referência torna-se interessante precisamente por mostrar que uma transformação não precisa de passar pela tesoura. Assim, quem gosta do cabelo comprido pode manter o comprimento e apostar em camadas suaves, pontas com movimento ou uma franja cortina para atualizar o visual.

Além disso, as tendências para 2026 continuam a valorizar os cortes em camadas, que podem adaptar-se tanto a cabelos médios como longos. Esta técnica distribui o volume e acrescenta movimento, o que pode ajudar a evitar aquele efeito pesado associado a um cabelo comprido totalmente reto.

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Cabelo curto ou comprido? A idade não deve decidir sozinha

No fundo, não existe um comprimento obrigatório para mulheres a partir dos 45 anos. O cabelo curto de Margarida Corceiro mostra como um bob pode transformar completamente uma imagem, enquanto o cabelo comprido de Rita Pereira demonstra que também é possível manter uma grande extensão e, ainda assim, atualizar o visual.

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Por isso, a melhor escolha deve considerar o formato do rosto, a textura do cabelo, a quantidade de volume e a facilidade de manutenção. A própria L’Oréal Professionnel recomenda analisar estas características antes de escolher uma tendência.

Ainda assim, se o objetivo principal for deixar o visual mais leve, as propostas com movimento, camadas suaves e comprimentos intermédios merecem especial atenção. O long bob, o clavicut e os cortes em camadas conseguem equilibrar comprimento e leveza, enquanto o bob, o pixie ou o bixie permitem uma transformação mais marcada.

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