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Gostas de estar sempre a par dos grandes filmes vencedores dos Óscares mas, este ano, não conseguiste ver todos os vencedores? À medida que vão passando as semanas, os vencedores da cerimónia de 2026 vão, portanto, ficando disponíveis para veres no conforto da tua casa. Este é, pois, o caso do vencedor do Óscar de Melhor Atriz “Hamnet” (2025, Chloé Zhao).

Com Steven Spielberg e Sam Mendes como produtores, esta tocante longa-metragem é a história de amor e perda que inspirou a criação de “Hamlet”, a obra-prima intemporal de William Shakespeare.

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Vale a pena ver Hamnet?

Hamnet com Jessie Buckley
© Focus Features

“Hamnet” é um dos filmes mais premiados da época de prémios 2025/26. Sem contar com os Óscares, a longa-metragem de Chloé Zhao recebeu mais de 90 prémios, tendo sido nomeada para mais de 300. Entre os prémios recebidos, além do Óscar de Melhor Atriz Principal, destacam-se igualmente 2 BAFTA (Melhor Filme Britânico e Melhor Atriz Principal), 2 Golden Globes (Melhor Filme Dramático e Melhor Atriz em Filme Dramático) ou o Prémio do Público para Melhor Longa-Metragem no BFI London Film Festival, entre muitos outros prémios.

Além disso, “Hamnet” foi o 48.º filme mais visto em todo o mundo em 2025, feito bastante impressionante já que o filme estreou nos E.U.A. apenas em novembro e, na grande maioria dos países, já em 2026, como em Portugal. Neste aspeto, “Hamnet” é, atualmente, o 8.º filme mais visto em Portugal em 2026, de acordo com os dados do Instituto do Cinema e do Audiovisual.

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Assim, com todos estes fatores, é inegável que “Hamnet” é um filme imperdível!

A longa-metragem conta, pois, a história do casal Agnes e William Shakespeare que é posto à prova quando uma tragédia acontece. Com a ação na Inglaterra de 1580, William é um tutor de latim pobre e Agnes uma mulher de espírito livre. Os dois apaixonam-se de forma intensa e têm três filhos. Mais tarde, Will persegue uma carreira no teatro, enquanto Agnes fica sozinha nos afazeres domésticos.

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Qual o elenco de Hamnet?

Hamnet
Photo by Agata Grzybowska – © 2025 – Focus Features

Paul Mescal e Jessie Buckley interpretam o casal William e Agnes. O elenco inclui ainda nomes como Zac Wishart, James Lintern, Joe Alwyn, Justine Mitchell, Eva Wishart, Effie Linnen, Emily Watson, David Wilmot, Freya Hannan-Mills, Dainton Anderson, James Skinner, Louisa Harland, Elliot Baxter, Faith Delaney, Jacobi Jupe, Noah Jupe, entre outros.

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De referir que, entre as 8 nomeações aos Óscares (da qual venceu apenas numa categoria), “Hamnet” foi um dos nomeados da nova categoria de Melhor Elenco.

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Quando estreia o filme com Jessie Buckley nos TVCine?

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“Hamnet” tem a sua estreia na televisão marcada para a próxima quarta-feira 29 de julho. No entanto, desta vez acontece algo inédito. Assim, o filme de Chloé Zhao não vai estrear em nenhum dos canais TVCine mas sim apenas no serviço TVCine+ que, apesar de tudo, está disponível gratuitamente para todos os assinantes dos canais. Ainda assim, acreditamos que o filme venha a ter a sua estreia em canal linear muito em breve…

Se não és assinante dos canais TVCine, podes ver “Hamnet” em regime de aluguer ou compra na Rakuten TV ou, se estiveres na Área Metropolitana de Lisboa, sugerimos-te ver o filme no próximo sábado 25 de julho às 21h30 numa sessão organizada pelo Cineclube Vilafranquense, com entrada gratuita e ao ar livre no largo em frente à Junta de Freguesia de Vila Franca de Xira.

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Qual a opinião da crítica, incluindo na MHD?

Como terás já suspeitado pelo histórico de “Hamnet”, a longa-metragem foi muito bem acolhida tanto pela crítica como pelo público. Assim, de acordo com o site agregador Rotten Tomatoes, “Hamnet” tem uma taxa de aprovação de 86% por parte da crítica e de 93% por parte do público.

Também a equipa da Magazine.HD viu o filme e, por isso, temos duas críticas positivas ao mesmo. José Vieira Mendes destaca: “Jessie Buckley ‘arde em cena’ em ‘Hamnet’ numa elegia belíssima e excessiva sobre luto, amor e a ideia tentadora — talvez um pouco simplista — de que a famosa peça “Hamlet” nasceu de uma ferida familiar e privada do dramaturgo William Shakespeare.” Já Matilde Sousa – que viu o filme no LEFFEST de 2025 – refere: “Desde o início, que o filme marca um tom soturno. Uma cinematografia meio mágica. A realizadora utiliza vários planos em que a câmara continua a mover-se para a frente, mesmo quando as personagens estão paradas. O que nos dá uma sensação desconfortável, de que a vida continua a seguir mesmo que aquele momento esteja parado no tempo.”

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