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MDOC | Programação completa do festival minhoto

A decorrer de 1 a 7 de agosto, o MDOC já fechou a sua programação para a edição de 2022. Fica a par de tudo aqui.

O Festival Internacional de Documentário de Melgaço, ou MDOC, está quase a começar. Entre 1 e 7 de agosto, o evento vai ser palco para secções competitivas e não competitivas, espaços de oficinas, exposições, apresentações e várias sessões ao ar livre de filmes integrados no Festival.

Já destacada foi a programação nacional, que engloba obras dos realizadores António Aleixo, Hugo dos Santos, Inês T. Alves, José Oliveira e Marta Ramos, José Vieira, Miguel Dores, Paulo Carneiro, Sabrina D Marques, Sérgio Tréfaut, Susana Nobre e Susana Sousa Dias e Ansgar Schaefer.

MDOC 2022
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O programa geral do evento é vasto, e estende-se por vários locais como a Escola Secundária de Melgaço, a Casa Cultural, o Museu de Cinema de Melgaço, o Gave, a Parada do Monte, Lamas de Mouro, Centro Cívico de Castro Laboreiro e Torre do Castelo. A edição de 2022 do MDOC abre oficialmente no dia 1 de agosto, pelas 9h30, com a Oficina de Documentário, “Vamos Fazer um Filme?”, com Felipe M. Guerra. Já o adeus, a acontecer no dia 7 de agosto, será pelas 22h00 com uma sessão de Cinema ao Ar Livre na Torre do Castelo – o filme em exibição será “Dispersos pelo Centro” (2021), de António Aleixo.

Na área das exposições, o MDOC dará espaço para oito apresentações: Evocação ao Padre Aníbal Rodrigues, Cinema Português / Homenagem a Jean-Loup Passek, Fluxo(s), Terra das Cruzes, As Bocas Negras, Cartazes de Cinema, Uma Paisagem Dita Casa e Quem Somos os Que Aqui Estamos Pelo Planalto.

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Em competição, para o Prémio Jean-Loup Passek e o Prémio D. Quixote, estarão cerca de 32 filmes candidatos cujo projecto reflecte o ponto de vista dos autores sobre questões sociais, individuais e culturais relacionadas com identidade, memória e fronteira. O Prémio D. Quixote é atribuído pela FICC, Federação Internacional de Cineclubes. Quanto ao Prémio Jean-Loup Passek para o Melhor Cartaz de Cinema, este será atribuído ao designer do melhor cartaz original criado para um filme de produção portuguesa ou galega.

Em relevo também, podendo consultar mais detalhes aqui, estarão Fora de Campo, um curso de verão integrado no MDOC, a residência cinematográfica e fotográfia Plano Frontal, orientada por Pedro Sena Nunes e ainda o X-RAYDOC, uma nova secção do Festival destinada a analisar um filme marcante na História do Documentário. Nesta edição estará em destaque “Cabra Marcado Para Morrer”, de Eduardo Coutinho.

Ficaste com curiosidade em passar pelo MDOC? O que é que queres ver?

Marta Kong Nunes

Fanática de cinema e séries por pura paixão, sou da geração Disney mas também das Tartarugas Ninjas, Motoratos e afins. Já passei pela obsessão de vários géneros de cinema e apesar de me considerar eclética, nada me tira o gozo de um bom filme de acção (por muito irrealista que seja). Séries também se devoram por cá, mas a magia de um filme, será sempre a magia de um filme!

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