O catálogo da Netflix continua a ser uma fiel companhia, seja durante as pausas do trabalho ou no fim de semana. No entanto, com tanto conteúdo ao alcance de um clique, por vezes torna-se difícil de encontrar algo novo e cativante.
As recomendações constantes da plataforma de streaming são uma mais valia, mas por vezes levam-nos a estar sempre a ver o mesmo. Assim, se procuras algo para assistir e, acima de tudo, se és fã de minisséries, então encontrámos aquela que poderá muito bem ser a maior pérola da Netflix.
Estreado há apenas 2 meses, “O Mapa dos Desejos” revelou-se uma experiência única, com personagens encantadoras e uma história emocionantes. Além disso, com apenas 6 episódios, esta é uma história que pode ser facilmente devorada em apenas uma tarde.
Qual a narrativa de O Mapa dos Desejos?
“O Mapa dos Desejos” acompanha Greta que, após perder a sua irmã devido a leucemia, encontra acidentalmente um jogo que Lucy criou chamado Mapa dos Desejo. Assim, ela embarca desta inesperada viagem pelo passado e após um encantador encontro com Will, ela aprende a lidar com a dor causada pela sua perda.
No entanto, aquela que começou por ser uma jornada de autodescoberta em pleno luto, rapidamente se transforma numa busca pelo futuro.
Quem faz parte do elenco de O Mapa dos Desejos da Netflix?

Isa Sánchez criou a série que adapta o livro de Alice Kellen. Além do mais, o elenco reúne nomes como Alícia Falcó, Pablo Álvarez e Georgina Amorós, bem como Laia Marull e Mario de la Rosa. Agora, podes assistir aos 6 episódios da minissérie no streaming da Netflix em Portugal.
O que diz a crítica sobre The Map of Longing?
Com apenas 4 críticas, “The Map of Longing”, da Netflix, conquista a aprovação total no Rotten Tomatoes. “O melhor da série é a forma como aborda temas sensíveis com toques de humor e absurdo, sem diminuir a sua importância ou mascarar a dor”, confessa o Clarín.
Por fim, o Espinof constata que “Embora algumas personagens secundárias permaneçam algo subdesenvolvidas, a série encontra a sua força na forma como aborda o luto, a culpa e a necessidade de reencontrar a esperança”.

