“The Boroughs“ chegou à Netflix há poucas semanas e não perdeu tempo. Nos primeiros quinze dias acumulou mais de 18 milhões de visualizações. Naturalmente, esteve no primeiro lugar das minisséries mais vistas da plataforma, tanto em Portugal como a nível global.
Por detrás do projeto estão os irmãos Duffer, os criadores de “Stranger Things“, e a série conta ainda com a bênção de Stephen King, o mestre do terror, que a elogiou publicamente na rede social Threads.
“THE BOROUGHS: Um deleite absoluto. Bónus: acredito que, por ser Netflix, podem ver todos os episódios. Vale mesmo a pena”, escreveu.
O co-criador da série, Jeffrey Addiss, respondeu de imediato: “Obrigado em nome de todo o elenco e equipa. O teu trabalho foi uma grande influência em The Boroughs.”
O que é The Boroughs?
No deserto do Novo México existe uma comunidade de reformados que promete uma vida perfeita. Para Sam Cooper, o recém-chegado, o paraíso depressa se transforma em pesadelo.
Após um encontro aterrador durante a noite, Sam percebe que há uma presença monstruosa à espreita nos becos tranquilos da comunidade.
Desacreditado pelas autoridades, forma uma aliança improvável com um grupo de vizinhos excêntricos, uma ex-jornalista, um devoto à procura de sentido, uma agente musical cínica e um médico brilhante, para desvendar o sombrio mistério antes que seja tarde demais.
O que diz a crítica

©Netflix
No Rotten Tomatoes, acumula 96% de aprovação tendo rapidamente conseguido o selo de Fresh. “A série exala excelência através do seu enredo de ficção científica maravilhosamente elaborado, elenco repleto de estrelas, narrativa emocionante e engenho genuíno; um novo clássico em todos os sentidos”, é a opinião unânime dos críticos.
“Uma mistura de «Thursday Murder Club» com «Stranger Things», «The Boroughs» é uma combinação inesperadamente divertida de aventura e encanto, drama e humor”, escreve o The Times.
“Embora as personagens principais se enquadrem em estereótipos como o galã envelhecido e o hippie envelhecido, a maioria dos atores consegue conferir um toque extra de personalidade às suas personagens”, acrescenta o New York Times.
“A série é uma história completa, com um início e um fim. Qualquer prolongamento da narrativa pareceria forçado. Além disso, manter este elenco unido poderia ser um desafio, embora não seja um desafio sem valor”, aponta o Wall Street Journal.

