Ao longo dos anos, a Netflix tem consolidado a sua posição como uma das maiores produtoras de conteúdos originais do mundo. De fenómenos como “Bridgerton” a dramas nomeados aos Emmys, como “Black Rabbit“, o catálogo da plataforma destaca-se pela diversidade de histórias e pela qualidade das suas produções.
Embora o serviço esteja repleto de séries capazes de prender os espectadores durante várias temporadas, são as minisséries que muitas vezes deixam a marca mais profunda. Com narrativas fechadas, ritmo envolvente e personagens inesquecíveis, estas produções oferecem experiências intensas sem exigir um grande compromisso de tempo.
“Toda a Luz que Não Podemos Ver”, “Aos Olhos da Justiça” e “Maid” são apenas alguns dos exemplos que conquistaram crítica e público. Agora, é a vez de “The Breakthrough” despertar a curiosidade dos subscritores, afirmando-se como uma das minisséries mais envolventes da Netflix.
Qual a história de “The Breakthrough”?
“The Breakthrough” leva-nos até Linköping, na Suécia, em 2004, onde um genealogista fez uma descoberta crucial. Dito isto, a minissérie série acompanha o dia a dia do detetive responsável pelo caso e do genealogista, enquanto procuram fazer justiça às vítimas.
A dupla viria a tornar-se responsável por resolver um duplo homicídio após 16 anos de investigação, o que viria a revolucionar a investigação forense para sempre. Assim, pela primeira vez na Europa, um assassinato pôde ser resolvido através de uma pesquisa genealógica.
Quem faz parte do elenco da minissérie “The Breakthrough”?

Realizada por Lisa Siwe, a minissérie tem como base a obra literária de Anna Bodin e Peter Sjölund. Além disso, o elenco reúne nomes como Peter Eggers, Mattias Nordkvist e Jessica Liedberg, bem como Karin de Frumerie e Annika Hallin.
O que diz a crítica sobre “The Breakthrough” da Netflix?
“The Breakthrough” arrecadou apenas 60% de aprovação entre a crítica do Rotten Tomatoes, mas 74% das audiências. “Uma resposta ponderada aos excessos do género. Ao contar a história por detrás de um duplo homicídio aparentemente aleatório ocorrido em 2004 na cidade de Linköping, o filme prioriza o humanismo em detrimento do gore”, refere o The Age.
Por fim, o Decider constata que “Apesar de a duração da série poder comprimir demasiado a narrativa, ‘The Breakthrough’ não deixa de oferecer um olhar interessante sobre um assassinato que se tornou a segunda maior investigação da história da Suécia”.

