A RTP2 estreia finalmente “Famílias como a Nossa” (“Familier som vores”, no original), a minissérie dinamarquesa de Thomas Vinterberg, o realizador de “Druk – Mais Uma Rodada“.
Com sete episódios, a produção substitui assim “A Guerra dos Mundos“, que termina na terça-feira, 10 de novembro.
Quando estreia Famílias como a Nossa na RTP2?
A série estreou no Festival de Veneza, a 31 de agosto de 2024. Agora, “Famílias como a Nossa” estreia na RTP2 na quarta-feira, 11 de novembro, às 22h00. Assim, o final da série está previsto para quinta-feira, 19 de novembro.
Qual é o enredo de Famílias como a Nossa?

A história passa-se num futuro próximo. A subida do nível do mar ameaça a Dinamarca, e o governo ordena a evacuação de todo o país. Os habitantes têm de abandonar as suas casas e recomeçar noutros países da Europa.
No centro da ação está Laura (Amaryllis August), uma estudante de 19 anos. Com o país a desaparecer, ela tem de escolher entre os pais divorciados e o rapaz de quem está apaixonada, Elias (Albert Rudbeck Lindhardt). Entretanto, as famílias enfrentam a separação, o medo e a perda de tudo o que conheciam.
Thomas Vinterberg escreveu a série com Bo Hr. Hansen e realizou os sete episódios.
Quem faz parte do elenco da minissérie da RTP2?
Amaryllis August (“O Conde de Monte Cristo”) interpreta Laura e Albert Rudbeck Lindhardt (“Pulse”) dá vida a Elias. Além disso, Magnus Millang (“Borgen“), Nikolaj Lie Kaas (“Cavaleiros da Justiça”) e Paprika Steen (“Fathers and Mothers “) integram o elenco.
O que diz a crítica sobre Famílias como a Nossa?
No Rotten Tomatoes, “Famílias como a Nossa” tem 93% de aprovação.
A série recebeu elogios pela realização de Vinterberg e pelas interpretações. O Eye for Film atribuiu-lhe quatro estrelas e destacou a qualidade uniforme do elenco, mesmo nos momentos mais dramáticos do enredo.
Por sua vez, a Deadline considerou a série sombriamente profética. Contudo, o crítico achou que o tema é grande demais para o formato televisivo.
Na crítica da Magazine HD, José Vieira Mendes destaca que a série “desafia os seus espectadores a refletir sobre questões ambientais e sociais”. Segundo o crítico, Vinterberg assina um drama de profundidade emocional e autenticidade.


