NOS em Palco e 35 mil a assistir

 

35 mil  pessoas assistiram à primeira edição do NOS em Palco, sob o lema  “Há mais música em NOS” 

Lisboa assistiu na quinta feira a um festival de rua inédito que dinamizou toda a zona ribeirinha da cidade, numa celebração musical e multimédia, que marca o primeiro mês da marca NOS. Tal como tínhamos noticiado em primeira mão, foram 30 concertos gratuitos, em 13 Palcos, 3 deles ao ar livre.

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A distância de 1 km entre a Praça do Município e o Bar Boavista 73, passando pela Rua Cor de Rosa, a Central Station e Largo de São Paulo, foi curta para as cerca de 35 mil pessoas que assistiram ao festival NOS em Palco.

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A Praça do Município encheu com o concerto de António Zambujo & Convidados num espetáculo multimédia com videomapping e live drawing. No Largo de São Paulo, Best Youth e You Can’t Win Charlie Brown atraíram um público mais indie e o largo da Central Station não foi suficiente para acolher todos os que queriam assistir aos concertos de bandas emergentes da cena rap nacional, como Capicua, 5-30 e dos já reconhecidos Dealema.

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O evento estendeu-se também aos principais bares e clubes da renovada Rua Cor de Rosa (Pensão Amor, Musicbox, Sabotage, Velha Senhora, Tokyo, Europa), Lounge, Boavista 73, Auditório Etic e Elevador da Bica, que contaram com concertos de D’Alva, Mirror People, Sequin, Stereossauro, Octa Push, Matilha, Duquesa, Nicotine’s Orchestra, Stereoboy, Ermo, Márcia, Time for T, Little Friend, Rosemary Baby, Ciclo Preparatório, Pedro Puppe, Francis Dale, Pedro Lucas, Minta & the Brook Trout, Tape Junk, Chibazqui, Red Trio, Voxels e Ana Cláudia.

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Para além das 35 mil pessoas que tiveram a oportunidade de assistir ao vivo, todo o país pode acompanhar o evento com transmissão em direto num canal da grelha NOS, SIC Mulher, e em diferido na própria SIC, à 1h00 da manhã. No local ou em casa, em qualquer ponto do país, todos puderam acompanhar esta celebração única.

 

 

Rui Ribeiro

Engenheiro, publisher, melómano e audiófilo, daqueles que ainda vão ao cinema, compram vinil, cd's, blu-rays, a Empire e a Stereophile em papel.

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