Óscares 2018 | Os prémios da MHD vão para…

Depois de a equipa MHD ter votado nos Óscares de 2019, chegou a altura de olhar para as edições anteriores destes prestigiados prémios. Será que “A Forma da Água” ainda ganha Melhor Filme?

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Antes dos Óscares deste ano, os escritores da Magazine HD decidiram ver o que aconteceria se tivessem o mesmo poder da Academia de Hollywood. Ou seja, votaram com base nos nomeados dos Óscares para ver quais seriam as escolhas ideais segundo a MHD. No final, “A Favorita” assumiu-se como o grande campeão, mas o mesmo não ocorreu com os Óscares a sério.

Como esse primeiro artigo dos Óscares MHD foi tão popular, decidimos repetir a proeza. Desta vez, contudo, ao invés de examinarmos os Óscares de 2019, viramo-nos para 2018, o ano em que “Chama-me Pelo Teu Nome”, “A Forma da Água”, “Foge”, “Três Cartazes à Beira da Estrada” e muitos outros filmes competiram para ganhar as mais cobiçadas estatuetas doiradas do mundo do cinema.

Óscares 2019
Será que os vencedores dos Óscares de atuação escolhidos pela MHD vão coincidir com aqueles que a Academia de Hollywood premiou?

Seguindo a mesma metodologia e regras usadas pelos Óscares, os resultados são bem interessantes, mesmo que, desta vez, a equipa MHD tenha estado muito mais de acordo com as escolhas da Academia de uma forma geral. Desde Melhor Curta-Metragem Documental a Melhor Filme, foram escolhidos vencedores para todas as 24 categorias dos Óscares.

Para descobrires quais foram as nossas escolhas, basta seguires as setas. As categorias ditas mais importantes estão nos últimos slides, pois, tal como acontece na cerimónia dos Óscares, o prémio de Melhor Filme é sempre o último a ser entregue. Sem mais demoras, segue para a próxima página e começa a explorar os Óscares MHD de 2018, a honrar os filmes de 2017.

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Cláudio Alves

Licenciado em Teatro, ramo Design de Cena, pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Ocasional figurinista, apaixonado por escrita e desenho. Um cinéfilo devoto que participou no Young Critics Workshop do Festival de Cinema de Gante em 2016. Já teve textos publicados também no blogue da FILMIN e na publicação belga Photogénie.

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