Este grande clássico do cinema nomeado a 4 Óscares chegou finalmente à Netflix
“Perfume de Mulher”, um grande clássico do cinema com Al Pacino como protagonista, acaba de aterrar no catálogo português da Netflix.
Sumário
- O filme “Perfume de Mulher” (“Scent of a Woman”), realizado por Martin Brest, acaba de chegar ao catálogo português da Netflix, com um desempenho icónico de Al Pacino;
- A história acompanha Charlie Simms e o tenente-coronel Frank Slade numa viagem marcante a Nova Iorque, explorando temas de redenção e amizade;
- Com 4 nomeações aos Óscares e um Óscar de Melhor Ator para Al Pacino, o filme possui 92% de aprovação do público no Rotten Tomatoes.
O icónico filme “Perfume de Mulher” [“Scent of a Woman“], da autoria de Martin Brest (“Beverly Hills Cop”), acaba de chegar ao catálogo português da Netflix.
Eis o enredo de Perfume de Mulher
A narrativa desenrola-se em torno de Charlie Simms (Chris O’Donnell), um estudante de uma prestigiada escola do ensino básico que aceita um trabalho temporário durante o fim de semana do Dia de Ação de Graças. Charlie é contratado para cuidar do excêntrico tenente-coronel reformado Frank Slade (Al Pacino – “O Padrinho“), um homem cego, rabugento e profundamente amargurado pela sua condição.
Contudo, Frank tem outros planos: decide levar Charlie para uma viagem a Nova Iorque, onde pretende aproveitar a vida ao máximo antes de realizar o que aparenta ser um ato final drástico. Assim, durante este fim de semana, a dupla percorre a cidade, experienciando desde jantares luxuosos a encontros profundos.
“Perfume de Mulher” recebeu quatro nomeações aos Óscares, incluindo Melhor Filme, Melhor Realizador (Martin Brest) e Melhor Argumento Adaptado. No entanto, foi Al Pacino quem subiu ao palco para ‘levantar’ o Óscar de Melhor Ator pelo papel de Frank Slade, uma das suas atuações mais memoráveis.
O que diz a crítica?
No Rotten Tomatoes, tem uma pontuação de 92% por parte do público e 85% por parte da crítica, valendo-lhe o sempre importante estatuto de Fresh.
“Pode ser mais influenciado pelo desempenho de Al Pacino do que pelo drama em si, mas que desempenho é esse – grande, ousado, ocasionalmente exagerado, e que finalmente deu à Academia uma pausa para atribuir o seu primeiro Óscar à estrela”, escrevem os críticos de forma unânime.
“Estica indulgentemente um conceito modesto para além do ponto de rutura”, escreve a Variety. “Quando todos os demónios de Pacino são revelados, não chegam a ser a piada pungente que se esperava”, aponta o Washington Post.
Qual o teu filme preferido com o grande Al Pacino?