Sequelas que levaram (muitos) anos a serem lançadas

A MHD recorda e leva-te até ao universo das sequelas que demoraram (décadas) até chegarem ao grande ecrã.


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Existem franchises cujas sequelas estreiam de forma rápida e contínua: por exemplo, de dois em dois anos temos filmes a solo do Capitão América. Mas depois existem aqueles projetos em que pensas que nunca terão uma sequela, e ao final de (muitos) anos somos brindados (ou não) com uma sequência.

2016 tem sido o ano de “desenterrar” filmes e de construir sequelas para os mesmos. Depois de Zoolander 2, em março, seguiu-se a sequência de Viram-se Gregos para Casar. Mas os projetos não terminam por aqui. Em junho teremos a estreia de Independence Day Resurgence, ao final de 10 anos; em setembro aguarda-nos a nova aventura de Bridget Jones depois de oito anos sem novidades desta solteirona.

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De O Livro da Selva a Ron Burgundy, a Magazine.HD apresenta-te as sequelas que duraram muitos anos a serem lançadas no grande ecrã.

 

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O Repórter: A Lenda de Ron Burgundy e Que Se Lixem As Notícias | 9 anos

Ron Burgundy e a equipa do Channel 4 News arrecadaram 90 milhões de dólares com a estreia de O Repórter: A Lenda de Ron Burgundy em julho de 2004.

Will Ferrell volta a protagonizar a lenda das notícias nove anos mais tarde, com a estreia de Que Se Lixem As Notícias em dezembro de 2013. Com a popularidade do primeiro capítulo e graças, também, à campanha massiva de marketing da Paramount, a sequela quase que duplicou as receitas do filme original: 173 milhões de dólares.

 

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Viram-se Gregos para Casar e Viram-se Novamente Gregos Para Casar | 14 anos

Depois de 14 anos de espera, os espetadores foram finalmente saudados com a sequela de Viram-se Gregos para Casar, em março de 2016. O primeiro capítulo estreou em abril de 2002 e lentamente se tornou num filme de sucesso: arrecadou 368 milhões de dólares em todo o mundo, conquistando, assim, o título de projeto independente com maior resultado no box-office de todos os tempos.

No entanto, a sequela, da longa-metragem que acompanha uma família americana com origem grega, não conseguiu alcançar os mesmos resultados que a primeira produção. Apenas arrecadou 58 milhões de dólares nas bilheteiras e as críticas foram na sua maioria negativas.

 

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Zoolander e Zoolander 2 | 15 anos

Embora Zoolander tenha sido uma desilusão nas bilheteiras, quando chegou às salas de cinema em setembro de 2001, o filme tornou-se num clássico de culto quando foi lançado em DVD.

Quinze anos depois, a sequela ainda continuava a ser pedida pelos fãs, que não aguentavam o suspense durante os longos meses de campanha de marketing, protagonizada por Ben Stiller e Owen Wilson.

O filme estreou com duras críticas e ainda não conseguiu os mesmos resultados no box-office que o primeiro capítulo conseguiu – 55 milhões de dólares, só nos Estados Unidos da América, em 2016, em comparação com o original que alcançou 60 milhões no mesmo país.

 

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Chinatown e The Two Jakes | 16 anos

Considerado como um dos maiores filmes de todos os tempos, Chinatown, que estreou em junho de 1974, levou 16 anos para ter uma sequela. O filme neo-noir de Roman Polanski, protagonizado por Jack Nicholson e Faye Dunaway, alcançou 29 milhões de dólares nas bilheteiras. Porém o seu reconhecimento foi derivado às críticas positivas que arrecadou e ao número de nomeações – que resultou na conquista de um Óscar por melhor argumento original. Esta popularidade ainda hoje se mantém: no site Rotten Tomatoes tem uma pontuação elevada, 98.

The Two Jakes, que chegou ao grande ecrã em agosto de 1990, contou com o regresso de Nicholson, não só na interpretação – dando vida ao detetive Jake Gittes – mas também na realização. No entanto, a produção não arrecadou o mesmo retorno tanto de bilheteira, , ganhando 10 milhões de dólares, como de crítico: tem 65 no Rotten Tomatoes.

 


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Sabias quantos anos separavam estas sequelas?


 

Catarina Fernandes

Mestre em Ciências da Comunicação e fotógrafa amadora. Seriófila compulsiva e apaixonada por literatura, assim como pelo cinema e pela sua história. (Extremamente) Viciada em música e concertos.

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