TOP Filmes X-Men | 7. X-Men: Apocalipse

Um modesto sétimo lugar, para uma menos que modesta campanha dos X-Men em defesa de toda a realidade que conhecem contra um dos vilões mais poderosos de sempre.


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Era impossível medir as expectativas para um novo lançamento dos X-Men depois do sucesso de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” e “Deadpool”. A mais recente longa desta interminável saga reunia a receita de sucesso – Bryan Singer como realizador, o elenco de luxo de jovens promessas agora estrelas de topo em Hollywood, e ainda um vilão inigualável em Apocalipse (Oscar Isaac). À medida em que materiais promocionais eram lançados, essa esperança desvanecia, nomeadamente graças ao figurino à “Power Rangers” da década de 90 de Apocalipse.

A surpresa do filme era a introdução dos mais famosos lideres e membros dos X-Men. As versões jovens de Jean Grey (Sophie Turner) e Storm (Alexandra Shipp), um rebelde Cyclops (Tye Sheridan) e um sempre divertido Nightcralwer (Kodi Smit-McPhee) tomaram as rédeas e ligaram para sempre, as prequelas à trilogia original. Apocalipse introduziu também os seus Quatro Cavaleiros, com Psylocke (Olivia Munn) a gerar bastante entusiasmo para, em último, desiludir com o pouco tempo de exposição. Ben Hardy como Angel não abanou o mundo, mas serviu para algumas espectaculares cenas de acção.

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Ignorando a batalha de bem contra o mal, temos o foque nas relações amorosas de Charles Xavier (James McAvoy) e Moira McTargett (Rose Byrne) para denegrir um pouco aquilo que esperávamos tendo em conta os pontos de vista mais intrigantes a explorar. Nem tudo foi mau, claro, em especial a perseguição a Magneto (Michael Fassbender) e a sua destruição emocional pela perda da família. O melhor momento de todo o filme é dedicado com todas as honras e mais algumas a Quicksilver (Evan Peters), com o seu resgate em alta-velocidade ao som de “Sweet Dreams” que, em último falha e não consegue impedir a morte de Havok (Lucas Till), juntando-se assim oficialmente aos X-Men. O seu arco na procura da figura paterna em Magneto ficou em aberto para que “X-Men: Supernova” consiga desenvolver em maior plano.

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Hugh Jackman dá também um último grito de guerra, numa versão sangrenta da sua personagem a entrar em modo berskerk, como o reconhecemos da banda-desenhada. Uma figura que possibilitou um filme para adultos em “Logan”.


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Marcos Mendes

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