Depois de sete temporadas, uma das séries mais aclamadas de sempre chegou ao fim. Mad Men terminou não só para tristeza dos críticos mas também para angústia dos fãs.
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Quem não ficou com vontade de seguir uma carreira em publicidade depois de seguir religiosamente a história dos publicitários que deram forma aos sonhos da América nos anos 60? Nunca a vida competitiva e desgastante dos membros de uma agência em Nova Iorque foi tão cativante.
Desde 2007 que a série criada por Matthew Weiner, e exibida na AMC, é considerada como um dos melhores dramas televisivos de sempre, com um historial de 16 Emmys e quatro Globos de Ouro. A produção, desde o seu início que, foi aclamada pela autenticidade histórica do argumento, pela narrativa visual, pelas performances do elenco e pelos figurinos e cenários da série.
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Mad Men acompanha o crescimento da agência publicitária Sterling Cooper e a vida pessoal e profissional das personagens que lá trabalham. O foco principal é Don Draper (brilhantemente interpretado por Jon Hamm), o director criativo da agência, em torno do qual se constrói toda a linha narrativa da série, tanto no desenvolvimento das relações entre personagens como também no ambiente sócio-cultural em que estão inseridas.
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O series final surge como um não-final da produção, em que a narrativa deixa em aberto os horizontes para o destino de Don. Sem perder o suspense, a surpresa, o detalhe e a subtileza (narrativa e visual) com que nos habituou ao longo de oito anos, o fim parece um recomeço na dimensão imaginativa do espectador. Um recomeço significou também para a o mundo televisivo que perdeu uma das séries mais geniais de todos os tempos.
Mad Men deixou-nos há menos de um ano mas deixou um legado narrativo e visual que já deixa saudades.
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