©NOS ALIVE

O NOS Alive 2026 já é sinónimo de nomes internacionais como Foo Fighters e Florence + The Machine, mas há uma parte do cartaz que costuma passar despercebida. Ou seja, a música portuguesa.

Assim sendo, o Passeio Marítimo de Algés vai receber dezenas de artistas nacionais espalhados pelos vários palcos do festival. No entanto é fácil de passar ao lado.

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Com line-ups gigantes e horários sobrepostos, é fácil perder-se e acabar por só ver os cabeças de cartaz estrangeiros e mais conhecidos. Quem não planeia com antecedência arrisca-se a chegar a Algés e nem saber que Buraka Som Sistema ou Noiserv estão a tocar ali ao lado.

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Fado com uma abordagem urbana no NOS Alive 2026

No dia 10, o destaque nacional vai para Fado Máfia, que traz uma abordagem mais urbana ao género tradicional português. Além disso há também o painel “Das Letras à Música”, com Luísa Sobral e Afonso Cruz, moderado por Pedro Boucherie, uma conversa que junta música e literatura, fora do formato habitual de concerto.

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Ainda nesse dia atuam Gilmário Vemba, Joana Gama, Madalena Malveiro e o projeto Aqui Ninguém Nos Ouve, de Diogo Faro e Isabel Viana.

Estes nomes nacionais raramente estão nos palcos principais à hora de ponta, o que significa que exigem alguma pesquisa prévia no horário oficial do festival para não passarem ao lado.

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NOS Alive traz um grande clássico nacional de volta

Por fim, no último dia, o grande nome português é Buraka Som Sistema, banda que ajudou a colocar o kuduro eletrónico português no mapa internacional e que regressa a um dos maiores festivais do país. A banda regressa ao ativo depois de mais de 10 anos de hiato.

Junta-se a Noiserv, um dos nomes mais consistentes da música portuguesa da última década, e a Rita Cortezão, Hugo Sousa e Joana Caldeira, entre outros artistas emergentes que atuam ao longo do dia.

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Há também espaço para conversa, com “Ensaiar a Escrita”, que junta Ana Bárbara Pedrosa e Francisco Guimarães com David Azevedo Lopes. Assim como “Isto Não Tem Nada a Ler”, apresentado por Hugo Van Der Ding.

Como é habitual, os artistas portugueses tocam sobretudo em palcos mais pequenos. Além disso, em horários que competem com os grandes nomes internacionais, o que obriga a escolhas difíceis ao longo do dia.

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Com os bilhetes já esgotados, quem quiser apanhar estes concertos nacionais antes dos gigantes internacionais deve chegar cedo ao recinto do Passeio Marítimo de Algés.


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