Se não conseguiste ver a minissérie francesa “Sombras no Mar” (2025) na RTP2 em julho, não te preocupes.
Com apenas 6 episódios, a minissérie está, assim, de regresso ao canal português. Protagonizada por Fleur Geffrier (“Das Boot: O Submarino“), a série cruza thriller e ficção científica ao seguir a investigação de um estranho naufrágio na costa francesa.
Por isso, para quem gosta de mistérios no mar como a muito popular “Below“, da Netflix, é uma boa recomendação.
Quando chega Sombras no Mar à RTP2?

Assim, “Sombras no Mar” regressa à RTP2 a partir de quarta-feira, 4 de novembro, às 12h00. Deste modo, a minissérie ocupa o horário de “Carpe Diem“, que termina a sua repetição a 3 de novembro.
De referir que a série tinha estreado na RTP2 a 13 de julho, às 22h01, no horário que “Os Crimes de Sommerdahl” deixou livre ao terminar a sexta temporada.
Qual é o enredo de Sombras no Mar?

“Sombras no Mar” acompanha Abigail, uma oceanógrafa que regressa à sua cidade natal, Fécamp, com a missão de investigar o naufrágio de um barco de arrasto. Neste naufrágio, os pescadores que estavam a bordo desapareceram igualmente com o barco.
No decorrer da investigação, surgem fenómenos misteriosos no mar que impossibilitam qualquer atividade de pesca. Por isso, a tensão aumenta e, consequentemente, as autoridades são confrontadas pelos pescadores e por ativistas ambientais.
Entretanto, Abigail descobre uma misteriosa criatura submarina que perturba o equilíbrio entre o Homem e a Natureza. Afinal, será a causa destes fenómenos algo que ainda desconhecemos?
Quem faz parte do elenco da minissérie da RTP2?
A encabeçar o elenco está Fleur Geffrier (“Abigail”), também conhecida pelo papel de Margot Bostal em “Das Boot: O Submarino” (2018-23). Além disso, Guillaume Labbé (“Julien”), Thierry Godard (“Henri”), Jean-Marc Barr (“André”), Christophe Perez (“Pierre”), Lucia Passaniti (“Axelle”), Ewenn Weber (“Jimmy”) e Daniel Njo Lobé (“Laurent”) completam igualmente o elenco de “Sombras no Mar”.
O que dizem os criadores de “Sombras no Mar”?
Em declarações à France Télévisions, os criadores explicaram que a série nasceu de um caso real de 2018: o da orca J35, chamada Tahlequah. Isto porque, depois de a sua cria morrer cerca de trinta minutos após o nascimento, a orca carregou o corpo durante dezassete dias. Foi, segundo os autores, “o primeiro caso documentado de luto numa orca”.
Deste modo, a equipa decidiu situar a história no mundo dos pescadores, que ambos conhecem bem. Pretendem, assim, dar voz a quem vive “ao ritmo do mar e da sua fúria” e a uma pergunta central: como preservar o sustento num mundo em transformação? Por fim, como concluíram, “as preocupações dos pescadores passaram da sobrevivência no mar para a sobrevivência em terra”.



