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As melhores frases de Diabo Veste Prada e a sua nova sequela

Resumindo, “O Diabo Veste Prada” acompanha Andy Sachs, uma jovem jornalista que consegue um emprego como assistente de Miranda Priestly, a poderosa e exigente editora-chefe da famosa revista de moda em Nova York, “Runway”.

A partir de aí acompanhamos as suas dificuldades, os seus sucessos e a sua relação atribulada com a intragável Miranda. Anne Hathaway, Emily Blunt, Meryl Streep e Stanley Tucci interpretam as personagens principais do filme.

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Vinte anos depois, o adorado filme volta aos cinemas com uma sequela. “Em Diabo Veste Prada 2” voltamos a acompanhar estas personagens que agora têm novos desafios, ao lidarem com a chegada das redes sociais e o desaparecimento da imprensa física.

As opiniões sobre o novo filme divergem. A diversão, entretenimento e nostalgia é garantida. No entanto, enquanto a crítica não é tão fã do novo filme, o público dá-lhe uma avaliação de 87% no Rotten Tomatoes, afirmando o seu sucesso.

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É impressionante como, passados vinte anos, ainda continuamos a citar frases de “Diabo Veste Prada” no nosso dia-a-dia. As dinâmicas entre as personagens e a industria trouxeram-nos algumas das frases mais engraçadas e icónicas do cinema.

Além de que nos introduziram a palavras como “loins” ou “cerulean”. Agora, passados 20 anos, a sequela traz-nos ainda mais frases para usarmos no dia a dia quando queremos uma resposta sarcástica. Assim, estas são as melhores frases da saga.

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“Florals? For spring? Groundbreaking.” — Miranda

Esta frase acontece numa cena dentro do escritório da revista “Runway”, quando a equipa está a apresentar ideias e peças de moda para a edição de primavera. Uma das editoras sugere padrões florais, e Miranda reage com este comentário sarcástico, criticando a falta de originalidade.

É um momento curto, mas tornou-se icónico porque define imediatamente o tom da personagem. Exigente, mordaz, mas inovadora e impaciente com falta de profissionalismo.

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“A million girls would kill for this job.” — Emily

É Emily Charlton, interpretada por Emily Blunt, quem diz esta frase. No início do primeiro filme, quando a Andy começa a trabalhar na Runway. Depois de Andy demonstrar alguma frustração e desorientação com o ambiente caótico e exigente do escritório.

Esta frase voltou a ganhar sentido em 2026 com a estreia da sequela, uma vez que a pessoa em quem a personagem foi inspirada, apareceu numa entrevista com a Vogue. Leslie Fremar era assistente de Anna Wintour na Vogue e partilhou na entrevista que dizia várias vezes esta frase.

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“Gird your loins!” – Nigel Kipling

O Diabo Veste Prada 2
©NOS Audiovisuais

Nigel Kipling, a personagem de Stanley Tucci é a responsável por esta icónica frase. Acontece na redação da Runway, quando alguém anuncia a chegada iminente de Miranda Priestly ao escritório.

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Nigel lança o aviso em tom dramático e toda a equipa entra imediatamente em modo de pânico. É um dos momentos mais memoráveis do filme porque mostra, em poucos segundos, o clima de tensão, quase militar, em torno da presença de Miranda.

Além disso é uma expressão antiga, referente a uma época em que as roupas compridas eram frequentemente usadas, e “gird your loins” significava atar essas roupas mais acima nas pernas para aumentar a mobilidade. Semelhante a arregaçar as mangas.

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“That’s all.” — Miranda

Esta é, talvez, a frase mais icónica do universo “Diabo Veste Prada”. É dita várias vezes por Miranda Priestly e é quase um tique verbal da personagem. Miranda dá instruções absurdamente exigentes, faz uma pausa mínima e termina com um seco “That’s all.” Funciona como um ponto final autoritário e reforça o controlo absoluto que ela tem sobre a equipa.

“May the bridges I burn light my way.” — Emily

Por fim, esta frase pertence à sequela de “Devil Wears Prada” e é Emily quem a diz nos escritórios da Dior, onde trabalha neste segundo filme. “Burning Bridges” significa cortar relações ou fechar portas, normalmente algo negativo.

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No entanto, no clássico humor de Emily, esta frase inverte essa ideia e em vez de se arrepender de queimar pontes, a personagem celebra isso. As próprias destruições que causa tornam-se a luz que ilumina o seu caminho.


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