Prepara-te para regressar ao hospital Westside. “Doutora Larsen” volta ao AXN já nos próximos dias com a terceira temporada, depois de um final marcado por um vírus mortal e por um segredo do passado da protagonista.
Com Molly Parker novamente no papel principal, a série segue Amy Larsen, uma médica que acordou sem oito anos de memória e que luta para recuperar o lugar que tinha.
Quando estreia a 3.ª temporada de “Doutora Larsen” no AXN?

Os novos episódios chegam ao AXN já na quarta-feira, 21 de outubro, às 22h00. São 22 episódios, o mesmo número da temporada anterior. Do outro lado do Atlântico, a Fox exibe a série desde 22 de setembro.
Qual é o enredo da 3.ª temporada de Doutora Larsen?
Amy Larsen era a chefe de medicina interna do Westside, em Minneapolis, até um acidente de carro lhe apagar oito anos da memória. Desde então, procura reaprender a profissão e reaproximar-se da família.
Depois de um curto salto no tempo, Amy e Sonya passam a coordenar os internos. Contudo, os novos médicos não fazem ideia de quem Amy era antes do acidente, o que pode jogar a seu favor.
Entretanto, o Dr. Ben Grant chega ao hospital com planos para mudar o departamento de cirurgia. Assim, Amy começa a recordar momentos que apontam para uma relação íntima entre os dois, algo que ele nega. Portanto, a grande dúvida é o que ambos viveram no passado.
A série adapta a produção italiana “Doc: Nelle tue mani”, baseada na história real do médico Pierdante Piccioni. Nos Estados Unidos, os showrunners são Barbie Kligman e Hank Steinberg.
Quem está no elenco de Doutora Larsen?
Nos principais papéis, a série conta com Molly Parker (“House of Cards“), Omar Metwally (“The Affair“), Amirah Vann (“How to Get Away with Murder“), Jon-Michael Ecker (“Firefly Lane”), Anya Banerjee (“The Blacklist”) e Blair Underwood (“Self Made: Inspired by the Life of Madam C.J. Walker“), que se junta como Ben Grant.
O que diz a crítica de Doutora Larsen?
Entre o público, o Rotten Tomatoes regista 77% de aprovação, enquanto o Metacritic atribui 58 pontos em 100. A série médica é muitas vezes comparada com “Anatomia de Grey” ou “The Good Doctor“.
A Variety elogia a calma com que a série deixa respirar personagens e diálogos, embora aponte o excesso de termos médicos. Para o Los Angeles Times, apesar de casos clínicos algo ingénuos, o resultado final é muito agradável de ver.
O The Hollywood Reporter fala de uma série fácil de acompanhar, mas pouco arrojada para ficar na memória.
Já o Decider é o mais duro e acredita que a premissa é frágil e que acabará por ceder.



