O Sol da Caparica está de regresso em agosto e, desta vez, também chega à televisão portuguesa. A 11.ª edição do festival decorre entre 13 e 16 de agosto, no Parque Urbano da Costa da Caparica, e a RTP prepara uma transmissão dedicada ao evento. Assim, quem não conseguir deslocar-se ao recinto poderá acompanhar parte da programação através da televisão e das plataformas digitais da estação.
A história d’O Sol da Caparica começou em 2014, com um festival criado para dar protagonismo à música portuguesa e aos artistas dos vários países de língua portuguesa. Desde então, o evento cresceu e transformou a Costa da Caparica num dos pontos de encontro da música lusófona durante o verão. Aliás, logo na segunda edição, em 2015, o festival recebeu 75 mil pessoas ao longo de quatro dias, com nomes como Camané, Carlão, Jorge Palma, Xutos & Pontapés, Paulo Flores e Richie Campbell.
O Sol da Caparica vai ter transmissão em direto na RTP
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Agora, mais de uma década depois da primeira edição, O Sol da Caparica mantém a ligação à música de expressão portuguesa e reforça também a presença na televisão. A RTP prepara uma emissão especial dedicada ao festival, com transmissão prevista entre os dias 13 e 16 de agosto.
De acordo com a informação disponibilizada pela RTP, a emissão está prevista para decorrer entre as 00h00 e as 04h00, embora o horário possa sofrer alterações. Desta forma, a estação volta a levar festival Sol da Caparica aos espectadores que pretende acompanhar a música à distância. Além disso, a RTP tem mantido uma presença regular no festival. Em edições anteriores, a estação transmitiu concertos e disponibilizou diversos conteúdos através da RTP1 e da RTP Play, reforçando a cobertura televisiva e digital do evento.
Cartaz completo d’O Sol da Caparica com nomes como Calema, Papillon e Sara Correia
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Entretanto, a edição de 2026 apresenta um cartaz que atravessa diferentes estilos e gerações da música em língua portuguesa. No total, o festival prolonga-se por quatro dias e distribui os concertos por diferentes espaços do recinto.
No dia 13 de agosto, o público poderá assistir às atuações de Papillon, Sara Correia, Landerick, Orochi e Maiara & Maraisa. Assim, a primeira noite combina música urbana, fado e sonoridades vindas do Brasil. Já no dia 14, Calema assume um dos principais destaques da programação. Além da dupla, sobem ao palco Mizzy Miles, João Pedro Pais e Veigh, num alinhamento que cruza pop, música urbana e diferentes referências da música lusófona.
Por sua vez, o terceiro dia do festival, 15 de agosto, conta com Mundo Segundo & Sam the Kid, Vizinhos, Nininho Vaz Maia e Deejay Telio. Consequentemente, esta será uma das noites com maior diversidade de propostas dentro do cartaz de 2026. Finalmente, o festival encerra a 16 de agosto com Slow J, que atua no último dia. O programa inclui ainda Quim Barreiros, MC Paiva, Àtoa e Lon3r Johny.
O programa distribui-se ainda por três espaços: o Palco Via Verde, principal palco do recinto, o Palco Sagres, dedicado sobretudo aos ritmos dançáveis, e o Palco Jazzy, direcionado para a dança urbana. Desta forma, o festival vai além dos concertos e mantém uma programação transversal.
Quatro dias de música na Costa da Caparica
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Durante quatro dias, o Parque Urbano da Costa da Caparica volta, portanto, a receber um dos principais festivais dedicados à música lusófona. O evento reúne artistas de diferentes gerações, géneros e geografias, tendo a língua portuguesa como um dos principais elementos de ligação.
Além disso, O Sol da Caparica assume uma importância que ultrapassa a música. Segundo a Câmara Municipal de Almada, o festival contribui para a dinamização cultural, turística e económica da Costa da Caparica, atraindo visitantes e reforçando a ligação de Almada ao espaço lusófono. Assim, quem estiver na Costa da Caparica poderá acompanhar quatro dias de concertos junto ao mar. Por outro lado, quem ficar em casa terá a RTP como alternativa para acompanhar a programação do festival.

