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Jared Leto junta-se a Darren Aronofsky para novo filme de terror

Depois de “A Vida Não é um Sonho” em 2000, Jared Leto volta a trabalhar com Darren Aronofsky, no novo filme do realizador, “Adrift”

Depois de ter dividido opiniões em 2017 com o efervescente e caótico “Mãe!”, Darren Aronofsky, está de regresso com o seu novo filme “Adrift” e Jared Leto participará no projecto, naquela que será a sua segunda colaboração com o realizador depois de “A Vida Não é um Sonho” em 2000. O projecto será baseado no conto homónimo de Koji Suzuki, autor do livro, “The Ring”, que deu origem à adaptação japonesa de 1998, “Ring- A Maldição” de Hideo Nakata e ao eventual remake de 2002 “The Ring- O Aviso” realizado por Gore Verbinski.

“Adrift” conta a história de um barco de pesca e da sua tripulação, que ao encontrarem um iate abandonado, decidem rebocá-lo para terra, descobrindo pelo caminho que o mesmo pode estar assombrado. Para além de realizar, Aronofsky será também responsável pelo guião, que escreverá em regime de colaboração com Luke Dawson ( “O Efeito Lazarus”). A produção estará a cargo de Leto e da sua colaboradora, Emma Ludbrook, que se juntam a Jason Blum e à sua produtora, Blumhouse e a Carla Hacken.

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Jared Leto começou a sua carreira na televisão, mas cedo começou a obter alguns papéis de pequeno porte no cinema. Em 1998 trabalha com Terrence Malick em “A Barreira Invisível” e um ano depois participa no conceituado “Clube de Combate”. Interpreta, também Paul Allen no filme de culto, “American Psycho”. A colaboração com Aronofsky acontece em 2000 com “A Vida Não é um Sonho”, um filme sobre um grupo de jovens toxicodependentes em Connie Island e das implicações que a sua situação tem no seu dia-a-dia. Para além de actor, Leto é também músico, sendo o vocalista da banda Thirty Seconds To Mars, que formou em 1998 com o seu Irmão, Shannon Leto.

Aclamado, odiado e por vezes controverso, Darren Aronofsky veio agitar o mundo do cinema com a sua segunda longa metragem, “A Vida Não é um Sonho”, um filme de culto que viria a ser idolatrado até aos dias de hoje. Em 2010, recebe a sua primeira e única nomeação para o Oscar de melhor realizador com o filme, “O Cisne Negro”, que viria, nesse ano, a estar também nomeado para melhor filme, melhor fotografia e melhor montagem. Depois do fracasso de “Noé”, em 2014, o realizador estreou, “Mãe!”, um filme frenético e caótico (no bom sentido), protagonizado por Javier Bardem e Jennifer Lawrence. Escrito em apenas 5 dias, o filme é uma alegoria para os tempos modernos e gerou, devido à sua forma abstracta, uma divisão de opiniões entre o amor e o ódio. Antes de se dedicar a “Adrift”, que não tem ainda data de estreia planeada, Darren Aronofsky trabalha, agora , em “The Whale”.

TRAILER | “MÃE!”, O ÚLTIMO FILME DE ARONOFSKY

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