Desastres de Bilheteira | © 2007 Warner Bros. / GK Films / NOS Audiovisuais

Os Grandes Filmes que foram Desastres de Bilheteira

De “Clube de Combate” até “Blade Runner”, apresentamos-te os grandes filmes que foram autênticos desastres de bilheteira. Qual será o maior?

Martin Scorsese, Paul Thomas Anderson, Quentin Tarantino e Darren Aronofsky são só alguns dos maiores realizadores que já foram desastres de bilheteiras. Nenhum deles é imune a fracassos comerciais e, ao longo dos anos e com mais e menos mérito, todos eles ficaram a meio caminho para obter lucro. Todavia, as bilheteiras não são indicadores se um filme é ‘bom ou mau’. Por vezes, os filmes fracassam porque são mesmo horríveis. Em outros casos, um filme pode ser muito desafiador ou estranho para conquistar um grande público inicial. Seja qual for o caso, todos os 30 filmes a seguir valem a pena, apesar de possuírem das piores bilheteiras que já há registo. A lista está ordenada até aos filmes que resultaram em maiores prejuízos para as suas produtoras (em percentagem, %).

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30. ‘CLUBE DE COMBATE‘ (1999)

Clube de Combate
Clube de Combate | © 1999 – 20th Century Fox

Orçamento: 56,8 milhões de euros

Bilheteira: 90,1 milhões de euros

Saldo: 33,3 milhões de euros (58,6% de diferença)

Classificação no IMDb: 8,8

Embora a 20th Century Fox não tenha tido prejuízo com “Clube de Combate”, é de salientar que o patrocinou bastante com a expectativa de vir a ser um grande sucesso. Apesar de ser atualmente um filme icónico, na altura da sua estreia apenas arrecadou 9,9 milhões de euros. No total, rendeu alguns milhões… Se procuras uma análise completa do filme, podes lê-la aqui.

Sinopse: Todos os fins de semana, nos parques de estacionamento de alguma cidade, homens com bons empregos reúnem-se para lutar descalços e de mãos nuas, até não aguentar mais. Depois, voltam à sua vida com as marcas da luta, sentindo que são capazes de suportar tudo. Isto é o Fight Club. Tyler Durden (Brad Pitt) é o cérebro do clube. Jovem, anarquista e genialmente obscuro, a sua ideia é vingar-se de um mundo no qual as pessoas assistem a convenções contra as doenças para encontrar algum calor humano. Por isso faz os homens lutar, mas nunca sem estabelecer algumas regras.

Primeira regra: Não se fala do Fight Club. Segunda regra: Não se fala do Fight Club. Terceira regra: Quando alguém diz “stop” a luta está terminada. Quarta regra: Só dois homens na luta…

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Luis Telles do Amaral

Escritor de O Diário da Pandemia, administrador do blogue Para Lá da Kapa e a licenciar-se em Microbiologia. Considero-me um devorador de livros nato e fã assíduo do grande ecrã.

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