"Pandora" | © Cohen Media Group

Os melhores (e piores) posters de fevereiro

De cabeças flutuantes a cavaleiros verdes, vamos explorar os melhores posters de cinema que foram divulgados no mês passado. Também damos uma olhadela aos piores.

A nossa rubrica sobre posters de cinema volta em 2020 com grande estilo. Ao invés de fazer análises semanais do que é divulgado no mundo dos cartazes de cinema, estes artigos serão mensais. Para começar, vamos explorar os posters de fevereiro. O que queremos com isto dizer, é que vamos avaliar os cartazes divulgados, pela primeira vez, entre 1 e 29 de fevereiro. Não se trata de uma celebração dos posters dos filmes em sala. Aliás, a maior parte do material promocional de Hollywood tende a anteceder a chegada dos filmes aos cinemas.

Como não podia deixar de ser, no entanto, o nosso top 10 mensal vem acompanhado por umas notas mais amargas. Podemos aplaudir os melhores posters do mês, mas também há que criticar os piores. Para começar, temos algumas menções desonrosas. Em nome da brevidade e para poupar a sensibilidade estética do leitor, limitámos esta coleção de mediocridade visual a um só slide. Aqui está…

Lê Também:
A Volta ao Mundo em 80 Filmes

1 de 11

OS PIORES POSTERS DO MÊS

um lugar silencioso 2 poster
© Paramount Pictures

Como já é costume, os piores posters do mês não são aqueles que mais ofendem as nossas vistas. Pelo contrário, são aqueles que transcendem a feiura para chegaram aos maiores epítetos imagináveis de mediocridade sem graça. Estas cabeças flutuantes e retratos banais são cronicamente esquecíveis. Não há nada pior na promoção de filmes que o anonimato estilístico. Em todos esses aspetos, o maior pecador do mês foi a sequela de “Um Lugar Silencioso”. São todos maus.

1 de 11

Cláudio Alves

Licenciado em Teatro, ramo Design de Cena, pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Ocasional figurinista, apaixonado por escrita e desenho. Um cinéfilo devoto que participou no Young Critics Workshop do Festival de Cinema de Gante em 2016. Já teve textos publicados também no blogue da FILMIN e na publicação belga Photogénie.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *