Série inspirada em história real é a mais vista da Netflix em todo o mundo

A Netflix estreou a 9 de julho a sua nova versão de “Uma Casa na Pradaria“, e a série tornou-se rapidamente num dos conteúdos mais vistos da plataforma de streaming a nível global. Neste momento é mesmo a mais vista, tendo destronado o grande fenómeno do ano, dá conta o FlixPatrol.

A produção, desenvolvida pela CBS Studios e Anonymous Content, teve a segunda temporada confirmada em março, antes de a primeira ter sequer chegado ao ar.

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A série é baseada nos livros semi-autobiográficos de Laura Ingalls Wilder, escritora americana que viveu na segunda metade do século XIX e documentou a vida da sua família durante a expansão para o Oeste americano.

Qual o enredo?

Acompanha a família Ingalls enquanto esta constrói o seu «novo para sempre» nos arredores da pequena, mas em rápido desenvolvimento, cidade de Independence, no Kansas.

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O quarteto, juntamente com o seu cão Jack, enfrenta as condições muitas vezes adversas da vida na pradaria do século XIX, incluindo febre, lobos e incêndios — obstáculos que os fãs de longa data reconhecerão dos romances originais.

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A nova adaptação da Netflix não é um remake direto da série original mas sim uma versão mais próxima dos livros originais, com a primeira temporada baseada no terceiro volume da saga literária.

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Embora a família Ingalls continue no centro da história, esta adaptação alarga o seu âmbito para incluir perspetivas que os livros de Wilder e as adaptações anteriores não exploraram.

À medida que tentam construir uma vida numa terra que lhes foi apresentada como «livre», deparam-se com o povo Osage, que há muito considera a pradaria o seu lar.

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A opinião da crítica

No Rotten Tomatoes, a série tem 80% de aprovação com base em 49 avaliações, com o consenso dos críticos a afirmar que a série atualiza os anos 70 com uma nova era de criação consciente, encontrando o equilíbrio certo entre nostalgia e inspiração.

Entre as vozes mais positivas, o Hollywood Reporter descreveu-a como uma interpretação honrosa dos livros de Wilder, sincera no propósito e respeitosa na execução.

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O IndieWire atribuiu uma nota de B+ e escreveu que a “insistência em mostrar o nascimento de uma nação como uma aventura perigosa que exige generosidade persistente e até árdua resulta num produto encantador”.

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A Variety escreveu que “para quem amou a série original e os livros, e para quem está a conhecer os Ingalls pela primeira vez, a série ilustra bem a beleza da comunidade, o horror da ocupação territorial e o custo de ser americano”.

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