Stephen King é um dos maiores autores de ficção da atualidade, contando com uma carreira prolifica com mais de 50 anos. No entanto, é possível encontrar grandes obras do autor não só nas librarias, mas também espalhadas um pouco pelo streaming nacional.
Embora seja mais conhecido pelas suas obras literárias, ao longo das décadas, King tem trazido várias das suas obras até aos ecrãs. Desde adaptações fieis como “The Long Walk – O Desafio” a adaptações mais livres, como “The Shining“, há um pouco de tudo ao dispor dos fãs de Stephen King.
Porém, poucas obras se comparam com uma das obras mais celebradas do autor. Transformada numa fiel minissérie, “11.22.63” chegou aos ecrãs em 2016, mas apesar da aclamação da crítica e do apoio do autor, acabou por cair no esquecimento.
Qual a história de “11.22.63”?
“11.22.63” segue o dia a dia de Jake Epping, um professor de liceu comum, a quem é dada a oportunidade de mudar a história. Assim, quando um amigo de longa data mostra a Jake como viajar no tempo, este encarrega-o de uma missão que tem tentado, sem sucesso, cumprir: impedir o assassinato de John F. Kennedy a 22 de novembro de 1963.
No entanto, resolver um dos maiores mistérios do século XX revela-se difícil. Contudo, Jake depressa descobre que o passado não quer ser alterado e que as suas tentativas de desviar o curso da história podem tornar-se perigosas.
Quem faz parte do elenco de “11.22.63” da Prime Video?

Bridget Carpenter adaptou a obra de Stephen King, dando origem a esta minissérie composta por 8 episódios. James Franco, conhecido por “Homem-Aranha” e “127 Horas“, protagoniza “11.22.63” ao dar vida a Jake Epping.
Além disso, o elenco junta ainda Sarah Gadon, George MacKay e Chris Cooper, bem como Lucy Fry, Cherry Jones e Daniel Webber.
O que diz a crítica sobre a minissérie “11.22.63” de Stephen King?
Após a estreia em 2016, “11.22.63” arrecadou uma nomeação aos Emmys e 86% de aprovação entre a crítica do Rotten Tomatoes. Embora ‘11.22.63’ nunca atinja o nível de qualidade de ‘House of Cards’ ou ‘The Man in the High Castle’, compensa isso com o seu imenso poder de entretenimento, que prende o espectador do início ao fim”, refere a Bloody Disgusting.
Por fim, a Common Sense Media constata que “Esta ambiciosa adaptação do romance de Stephen King propõe-se realizar muito em apenas oito episódios. E no final, consegue-o, graças a performances sólidas e a alguns pontos da trama incrivelmente convenientes”.

