Emma Stone e Ryan Gosling em "La La Land" (2016) |©Summit Entertainment/ Pris Audiovisuais

Os Melhores Musicais No Cinema Do Século XXI

Quase duas décadas volvidas desde o início do século XXI, e 19 anos mais tarde, estamos em condições para apresentar os 20 melhores musicais desde o arranque do novo milénio. Um por ano, vamos descobrir  o melhor do musical no cinema de 2000 a 2019!

O género musical nasceu no teatro, e tem as suas origens nos séculos XVIII e XIX, maioritariamente nas cortes e festas da alta sociedade britânica. Durante muito tempo uma tradição demarcada anglo-saxónica, ainda hoje o género do musical é acima de tudo associado aos ingleses, e também a alguns dos seus “filhos”, os norte-americanos. Para um West End britânico existe uma Broadway norte-americana. Do teatro para o cinema, a maioria dos célebres musicais na bilheteira do grande ecrã são adaptações de velhos clássicos. Contudo, existem algumas surpresas. Vamos descobrir o mundo dos musicais! 

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2000 – DANCER IN THE DARK

dancer in the dark
Björk em “Dancer in the Dark” (200) |©New Line Cinema

Começamos em altas, e num registo original, com a célebre obra que Björk protagonizou no cinema. Assinado por Lars von Trier , “Dancer in the Dark” é uma introdução perfeita a esta lista, e um título que escapa às normas das entradas que esperamos num registo ligado a musicais no cinema.

Um dos maiores clássicos da carreira de Lars Von Trier, “Dancer in The Dark”, filme vencedor do Óscar de Melhor Canção Original, é um filme situado em 1964, numa pequena cidade do estado de Washington. Aqui, Selma Jezková, uma imigrante de leste, e o seu filho pré-adolescente, Gene, vivem numa caravana alugada. Trabalha numa fábrica e está em risco de cegar, com uma condição genética. Encontra-se nos Estados Unidos pois pretende poupar dinheiro suficiente para uma operação aos olhos do filho. Um belo filme melancólico com uma banda-sonora à altura.

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Maggie Silva

Licenciatura e Mestrado em Ciências da Comunicação na vertente de Cinema e Televisão pela FCSH-UNL, porque à segunda é de vez. Dependente de cultura pop e cinema indie. Campeã suprema do binge watch, sempre disposta a partilhar dois dedos de conversa sobre o último fenómeno a atacar o pequeno ou grande ecrã.

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