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O ranking completo de todas as temporadas de Bridgerton

“Bridgerton” é uma das séries mais apaixonantes da Netflix, e também uma das populares. A propósito do lançamento recente da sua quarta temporada, fazemos um ranking definitivo de tudo o que já se passou.

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Romances apaixonantes e a história de uma família nobre durante a era da Regência na Londres do início do século XIX, assim é “Bridgerton”. A produção Shondaland (da afamada Shonda Rhimes, criadora de “Anatomia de Grey“) apresenta a vida de 8 irmãos e as suas vidas e paixões. Em cada ano temos um irmão diferente em destaque e dos 8 irmãos Bridgerton, 4 tiveram já direito às suas temporadas – Daphne, Anthony, Colin e Benedict Bridgerton (por esta ordem).

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A série destaca-se pela sua representação de desejo e amor carnal num mundo de repressão e regras sociais, pela sua elevada representatividade de todos os credos e raças, e ainda pela sua banda sonora apaixonante que transforma músicas pop contemporâneas em hinos de bailes clássicos.

Mas qual é a derradeira história de amor a ser aqui narrada? Quem é o irmão/irmã mais carismático(a) e com maior presença de ecrã? Vamos descobrir!

4 – Temporada 2: Anthony Bridgerton e Kate Sharma

Bridgerton S02 netflix
Liam Daniel/Netflix © 2022

A segunda temporada de “Bridgerton” foi lançada em 2022 e narra a história de amor entre Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey) e Kate Sharma (Simone Ashley) . Embora seja a temporada mais esquecível da série da Netflix, temos muito a agradecer ao segundo ano de “Bridgerton”. Nomeadamente, o facto de ter catapultado o carismático ator inglês Jonathan Bailey para a fama internacional.

Como é habitual, algo em que “Bridgerton” nunca falha é na cumplicidade e química entre protagonistas e este segundo ano não é excepção, com Anthony e Katy a respirarem sensualidade em mais uma temporada de arranjos casamenteiros.

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Anthony Bridgerton, ou o Visconte, é o mais velho dos irmãos Bridgerton, sendo assim o “chefe” de uma das proeminentes famílias desta versão da Inglaterra da era da Regência. O jovem assumiu este título aos 18 anos, depois da morte do seu pai, Edmund Bridgerton, num evento que o obrigou a acarretar com muita responsabilidade numa idade muito tenra.

Jonathan Bailey é mesmo a grande alegria deste segundo ano. A sua prestação é exímia na pele de Anthony e a evolução em relação à primeira temporada é mesmo notável. Neste ano dois, Anthony é desenvolvido com profundidade, passamos a conhecer a sua interioridade e traumas, bem como o peso da responsabilidade que pesa sobre os seus ombros.

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O nosso Anthony e Kate têm uma relação tempestuosa, com a opinativa Kate a deixar o irmão Bridgerton louco (no melhor dos sentidos). Jonathan Bailey e Simone Ashley não nos falham, e temos direito a entretenimento sólido à medida que vemos a sua ligação a aprofundar-se.

3 – Temporada 1: Daphne Bridgerton e Simon Basset

Daphne Bridgerton T1
LIAM DANIEL/NETFLIX © 2020

Não há como mentir, a primeira temporada de “Bridgerton” pode não estar classificada num lugar mais elevado, mas terá sempre um lugar muito especial nos nossos corações. Lançada a 25 de dezembro de 2020, foi uma prenda perfeita de pandemia. Do maravilhoso guarda-roupa de época à música pop tocada em versões de orquestra, passando pela apresentação da Rainha e dos belos irmãos Bridgerton, tudo é encantador e novo neste ano um.

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Somos pela primeira vez apresentados à temporada de casamentos anual, e a co-protagonista Daphne Bridgerton, a filha mais velha de Edmund e Violet Bridgerton, é escolhida como o “Diamante da Temporada” pela Rainha. Tal significa que a belíssima jovem, interpretada na perfeição por Phoebe Dynevor, é singularizada como a jovem mais promissora para conseguir um bom casamento. Elegante, com boas maneiras e roupas e jóias encantadoras, a beleza de Daphne hipnotiza-nos e somos arrebatados pelo seu romance com o Duque Simon Basset (Regé-Jean Page).

Para mal dos nossos pecados, Regé-Jean Page (“Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes”) manifestou muito publicamente que não voltaria a “Bridgerton” depois deste seu primeiro ano como co-protagonista. Isto por não ter interesse em estar presente como personagem secundária. As ofertas da Netflix, essas em nada o dissuadiram.

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Infelizmente, a presença de Phoebe Dynevor acabou por ficar também condicionada pela saída abrupta de Regé-Jean Page, com cameos mínimos a inexistentes nas temporadas seguintes. Dynevor também encontrou bastante sucesso na sua vida depois da série, com muitos projetos em pré-produção. Entre eles protagonizará “Beach Read“, versão fílmica do grande sucesso literário de Emily Henry.

E embora Phoebe e Regé-Jean estejam ausentes da série de momento, e tenhamos imensas saudades do nosso “diamante”, a verdade é que podemos sempre rever esta primeira temporada e recordar os momentos de exuberante sensualidade entre o Duque e Daphne.

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2 – Temporada 3: Colin Bridgerton e Penelope Featherington

Bridgerton Temporada 3
Liam Daniel/Netflix © 2024

Um ranking como este não deixa de ser extremamente subjectivo, e temos a certeza de que muita gente não concordará com colocar a história de Colin Bridgerton (Luke Newton) e Penelope Featherington (Nicola Coughlan) tão elevada nesta lista de romances/ temporadas da série de época da Netflix.

Então porque o fazemos? Colin Bridgerton é bem capaz de ser o irmão menos memorável entre as 8 “crianças” de Violet. O próprio Luke Newton até pode ter-se tornado mais atraente ao longo das temporadas, tendo tido um típico “glow up” como esta série é tão capaz, mas quando pensamos nos vários irmãos nunca é Colin, o terceiro mais velho do grupo, que nos surge primeiro na mente.

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Mas já de Penelope Featherington não podemos de todo dizer o mesmo. A vizinha dos Bridgerton e melhor amiga de Eloise Bridgerton (Claudia Jessie) tem sido um dos pilares da série desde a primeira temporada. Penelope é extremamente inteligente mas insegura, criada por uma mãe severa e num seio familiar com muito mau gosto.

Além do seu romance com Colin, por quem sempre esteve apaixonada, neste terceiro ano é também aprofundada a sua história como a escrita de mexericos Lady Whistledown (a narradora da série, com voz da grande Julie Andrews). Divertimo-nos com o jogo do gato e do rato, à medida que o segredo de Penelope ameaça cada vez mais ser descoberto, como aliás acaba por acontecer.

E numa série com muitas personagens bem seguras delas próprias, é refrescante e reconfortante ver uma mulher mais insegura, mas luminosa, como Penelope, a conseguir o seu “felizes para sempre” e a casar com o seu melhor amigo e homem dos seus sonhos. Valorizamos também muito a prestação da atriz irlandesa Nicola Coughlan, sem dúvida um dos maiores trunfos de “Bridgerton”.

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1 – Temporada 4: Benedict Bridgerton e Sophie Baek

Bridgerton - Benedict e Sophie T4
Liam Daniel/Netflix © 2025

Luke Thompson e Yerin Ha enfeitiçaram-nos no arranque de 2026 como Benedict Bridgerton e Sophie Baek. Há muitas razões para considerar a temporada 4 como a melhor de “Bridgerton” até agora. Em primeiro lugar, o segundo irmão mais velho do grupo sempre foi, a par de Eloise, o mais cativante de todo o grupo. Benedict é um rebelde, um libertino, um artista talentoso e uma pessoa sexualmente fluída que contesta as convenções e normas sociais da sua época.

E precisamente por ser uma pessoa tão distinta e contra-corrente, seria sempre mais difícil arranjar um par que estivesse à altura de Benedict. Ora, o nosso segundo irmão mais velho encontrou essa pessoa em Sophie Baek, uma criada, filha ilegítima de um nobre, que foi relegada para esta função por uma malvada madrasta após a morte do seu pai. Familiar? E se dissermos que Sophie personificou uma pessoa da nobreza para marcar presença no primeiro baile da temporada, organizado pelos Bridgerton, um baile de máscaras do qual teve de fugir à meia-noite?

Sim, a história de Sophie é basicamente a história da Cinderella, mas a introdução deste tipo de enredo foi perfeito para agitar as dinâmicas sociais da série. Sendo Sophie uma criada, o foco nesta personagem significou também que todos os empregados das grandes famílias da série tiveram, pela primeira vez, espaço para brilhar e para ouvirmos as suas queixas e reivindicações legítimas, dando assim “Bridgerton” mais um passo importante rumo à verdadeira representatividade.

Além disso, o amor entre Sophie e Benedict é um amor proibido e é empolgante ver como a sua relação ilícita vai evoluindo ao longo da temporada. Como sempre, a química é inegável e as cenas mais íntimas não desiludem.

Paralelamente, esta temporada tem um enredo secundário muito importante – o da vida conjugal de Francesca Bridgerton, da sua incapacidade de conceber à morte do seu esposo. Hannah Dodd é imperdível neste papel e a perda súbita de John Stirling acaba por afetar toda a família, introduzindo algum bem-vindo existencialismo ao argumento da série.

Desse lado, qual é a tua temporada favorita de “Bridgerton”?


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