Depois de uma longa espera, “Resident Evil” está de regresso aos ecrãs, e não poderia chegar em melhor altura. Em fevereiro, os fãs de longa data da saga tiveram oportunidade de experienciar um novo jogo com “Resident Evil: Requiem“.
“Requiem” não só nos trouxe uma das personagens mais populares de toda a saga, Leon S. Kennedy, mas introduziu-nos ainda a um elenco ecléticos de novas personagens. Além disso, o jogo da Capcom apostou fortemente em nostalgia, levando os jogadores a visitar Raccoon City após os eventos da trilogia original.
Agora, Zach Cregger procura fazer replicar o feito, mas desta vez com o foco no cinema. A saga de videojogos tem uma longa jornada no grande ecrã, com mais de 8 filmes a preencher o imaginário dos fãs. No entanto, agora a Sony Pictures procura apostar num novo angulo e nós temos aqui 5 razões porque não deves perder o filme nos cinemas.
Regresso a Raccoon City
Para começar, temos o regresso à infame Raccoon City. A principal localização do segundo e terceiro jogo, esta cidade tem um papel importante no canon da saga. No entanto, a sua presença nas adaptações cinematográficas tem sido limitada, e por vezes até secundária.
Contudo, Cregger promete levar a sua adaptação de regresso às origens, não só no estilo de terror, mas também com a cidade como protagonista. Em “Resident Evil”, Raccoon City é a sua própria personagem, desafiando o protagonista da sua jornada com perigos ao virar de cada esquina.
Uma história original de Resident Evil

A nova longa-metragem de Cregger não é uma adaptação tradicional, nem uma reimaginação da história dos jogos. Assim, o cineasta norte-americano promete levar-nos numa jornada enriquecedora, mas ao mesmo tempo completamente original.
O novo “Resident Evil” devia o foco de personagens icónicas como Leon S. Kennedy e Chris e Claire Redfield, acompanhando a jornada de uma pessoa comum. No entanto, os eventos canon da saga mantêm-se com a cidade alvo de uma misteriosa infecção que leva o governo a recorrer ao imaginável.
Assim sendo, a nova história acompanha um estafeta azarado que se vê encarregado de levar um pacote a um hospital remoto. Porém, rapidamente ele se vê no meio de um perigoso surto, tendo de lutar contra hordas de criaturas mutantes para sobreviver.
Filmado para IMAX
O filme conta com uma fotografia sombria e aterradora, concebida por Dariusz Wolskia pensar nos formatos de cinema premium. Wolskia é um colaborador ávido de Ridley Scott, tendo trabalhado com o cineasta em “Napoleão“, “Casa Gucci” e “O Último Duelo“.
Além disso, a longa-metragem foi ainda filmada a pensar em IMAX, oferecendo uma experiência ainda mais imersiva. Por outro lado, ao recorrer a este formato, os espectadores podem contar ainda com mais imagem a preencher o ecrã, som de alta definição e cores mais vívidas.
O pedigree de Zach Cregger

O talentoso Zach Cregger assume não só a cadeira da realização, mas também de argumentista. O cineasta colaborou com Shay Hatten no argumento do novo filme, autor conhecido pelo seu trabalho na saga John Wick.
Cregger estabeleceu-se como um realizador promissor em “Bárbaro”. No entanto, foi com a estreia de “Hora do Desaparecimento”, em 2025, que o cineasta viu a sua carreira catapultada para o sucesso. O filme foi considerado um dos melhores do ano, chegando mesmo a vencer o Óscar de Melhor Atriz Secundária (Amy Madigan) no início deste ano.
Talento de Hollywood em frente da câmara
Além da presença de Cregger por detrás das câmaras, “Resident Evil” desfruta também de um elenco cativante. Austin Abrams, constante colaborador do cineasta, assume o protagonismo ao dar vida a Bryan Hodukavich, o estafeta no centro da ação. Abrams ficou conhecido entre os espectadores portugueses ao interpretar Ethan em “Euphoria” da HBO Max.
Por outro lado, o elenco junta ainda Paul Walter Hauser, de “Eu, Tonya” e “O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos”; Zach Cherry de “Fallout” e Kali Reis de “True Detective”.
“Resident Evil” estreia nos cinemas nacionais já no próximo dia 17 de setembro. Além disso, a antestreia nacional decorre já no próximo dia 16 e nós temos um passatempo com convites duplos.

