Timothée Chalamet deixa mensagem sobre o grande final de Dune – Duna
Depois de ter apresentado uma sessão especial do Dia dos Namorados do filme “Chama-me Pelo Teu Nome” (2017, Luca Guadagnino) onde comentou quais os seus sentimentos sobre as salas de cinema, Timothée Chalamet veio, agora, a público falar de um novo filme.
Assim, o ator já está a promover aquele que é um dos filmes mais aguardados de 2026, a terceira parte de “Dune – Duna”, realizada por Denis Villeneuve.
A saber, enquanto não estreia a terceira parte, podes ver os dois primeiros filmes da trilogia na Netflix. O primeiro está ainda disponível na HBO Max.
O que disse Timothée Chalamet sobre o final de Dune – Duna?

Com estreia marcada para dezembro, mais concretamente a 17 de dezembro (em Portugal), Timothée Chalamet já começou a promover a parte final desta trilogia baseada no livro homónimo de Frank Herbert: “Dune – Duna: Parte Três”.
Assim, numa conversa com Matthew McConaughey para a Variety, Timothée Chalamet levantou o véu sobre este novo filme. A saber, Chalamet confessou ao seu colega ator: “O que eu acho que tu vês no final do segundo filme, e ao longo do terceiro, és tu próprio em ‘Interstellar’, Heath Ledger em ‘O Cavaleiro das Trevas’, Marlon Brando em ‘Apocalypse Now’ e coisas do género. Na verdade, espera, deixa-me reformular tudo isto! Calma lá. Não me consigo colocar nessa mesma situação” acabou por dizer a rir. “Digamos que são estes grandes filmes em que se pode inserir algo inesperado. Uma reviravolta inesperada.”
Sem adiantar nada de concreto sobre este seu novo filme, Timothée Chalamet parece querer dizer-nos que o final da trilogia pode estar repleto de surpresas e ser muito maior do que os dois filmes anteriores. O ator, deixou, assim, os fãs numa grande expectativa até dezembro…
As personagens e a atmosfera

O ator refletiu ainda sobre uma personagem de “Dune – Duna”. Assim, Timothée Chalamet falou um pouco sobre Oscar Isaac e a sua personagem – Duque Leto Atreides, o pai da sua personagem Paul – que participou apenas no primeiro filme. “Ele tratou a personagem de uma forma shakespeariana — exagerando na interpretação e sem se importar muito com o exagero.”
Para Chalamet, o primeiro filme foi um grande desafio: “(…) senti-me um pouco perdido com o futurismo (…)” e clarifica: “Eu vinha de ‘Beautiful Boy’ e ‘Chama-me Pelo Teu Nome’ e de filmes muito mais naturalistas, e este era um filme enorme, por isso senti-me intimidado. Mas, especialmente neste terceiro, todas as coisas incríveis que se veem no ecrã são fruto da liberdade de movimentos e da liberdade de escolha. E com o Denis, tínhamos realmente um bom ritmo. É o mais assustador. É uma grande mudança.”
Timothée Chalamet falou ainda um pouco sobre a tecnologia do novo filme que regressa a um elemento do início da trilogia: “No primeiro ‘Dune – Duna’, tínhamos uma sequência com o ornitóptero que tive a oportunidade de refazer no terceiro filme, mas desta vez estava muito mais preparado.” Chalamet referiu mesmo que se inspirou no método de trabalho de Matthew McConaughey. Assim, desvendou: “Em ‘Dune – Duna: Parte Três’, ao contrário do primeiro filme, cheguei cedo e estudei o painel de controlo — todo o tipo de hieróglifos e coisas que não têm qualquer ligação com a realidade. Queria saber o que cada botão fazia e criar uma dinâmica própria com isso.”
