Stephen King já nos habituou a comentar tanto sobre variadas produções que estrearam há relativamente pouco tempo nas diversas plataformas de streaming, mas também sobre, por exemplo, aquela que é para si a melhor série de sempre que, curiosamente, também está no catálogo português da Netflix.
Desta vez, o mestre do terror pronunciou-se sobre “Dia Zero” [“Zero Day“] uma minissérie de seis episódios que chegou à Netflix em 2025. A produção de Eric Newman e Noah Oppenheim marca a estreia de Robert De Niro (“O Irlandês” e “Assassinos da Lua das Flores“) em papéis principais na televisão.
O enredo de Zero Day

Assim, o enredo centra-se em George Mullen (Robert De Niro), um ex-presidente dos Estados Unidos que é convocado para liderar uma comissão especial.
Isto após um devastador ataque cibernético que paralisa a infraestrutura do país. O ataque, conhecido como “Zero Day”, provoca o caos generalizado. O resultado são milhares de mortes e o pânico na população.
À medida que Mullen e sua equipa investigam, deparam-se com uma complexa teias de mentiras e conspirações que ameaçam a segurança nacional e a confiança pública.
Assim, a série aborda temas como a disseminação de desinformação, a fragilidade das infraestruturas digitais e os desafios da liderança em tempos de crise.
Além disso, explora a tensão entre medidas de segurança e liberdades civis, questionando até que ponto é justificável sacrificar direitos individuais em nome da proteção coletiva.
O que diz a crítica?

No Rotten Tomatoes, conquistou apenas 54%. “Tem muita seriedade graças ao seu elenco de estrelas liderado por Robert De Niro, mas o enredo desta série de conceito elevado é um pouco pateta demais para se levar tão a sério”, é a opinião unânime.
No entanto, Stephen King tem uma opinião bastante diferente. “É à moda antiga, mas é fantástica. “Tem uma personagem fantástica ao estilo do Tucker Carlson. Pode dizer-se que é uma caricatura, mas o próprio Tucker tornou-se um conservador de desenho animado. Os primeiros três episódios foram realizados por Leslie Linka Glatter, sem dúvida a melhor realizadora da televisão em streaming”, escreveu no seu Threads.

