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Avatar | Como é que o primeiro filme nos prepara para O Caminho de Água?

O regresso de “Avatar” (2009) às salas de cinema traz a oportunidade de percebermos o que nos espera em “O Caminho de Água”. 

Doze anos depois da estreia oficial, “Avatar” regressa aos cinemas, com uma versão melhorada em 4K. Contudo, não podia voltar em melhor altura, quando falta apenas dois meses para a estreia de “Avatar: O Caminho de Água”. Assim sendo, é uma excelente oportunidade para relembrar-mos-nos e prepararmos-nos para o que aí vem.

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No primeiro filme acompanhamos o irmão de um cientista responsável por uma tecnologia biológica única, que permitia transpor a barreira física do corpo para outro, neste caso como um ser de Pandora, os Na’vi. Cada pessoa tinha o seu próprio “avatar”, ligado com o próprio ADN, por isso Jake foi escolhido para dar continuidade à missão deixada pelo seu irmão, que faleceu recentemente. Ao início a missão era clara, explorar o planeta Pandora e encontrar a melhor maneira de extrair o metal precioso do planeta, que na Terra valia milhares de milhões de dólares. 

Enquanto avançavam no terreno enquanto “avatares”, mais embrenhados ficavam na vida do planeta. Acabaram por travar amizade com o povo nativo. No entanto, surge o grande conflito de interesse. Do lado corporativo, a zona que concentrava o maior depósito do material encontrava-se por debaixo da Árvore, casa dos Na’vi. Para eles, a solução era simples, destruir a Árvore. No entanto, os cientistas tinham outros planos, dado que cada vez mais estavam ligados ao povo, sobretudo Jake.

Infelizmente, a Árvore acabou por ser destruída por forças militares destacadas. Centenas de Na’vis sucumbiram ao bombardeamento. Mas não era o suficiente, para terem “paz”, tinham de aniquilar o resto do povo. Mas é aqui que o Jake e o grupo de cientistas entram em ação. Avisando do que se iria passar, planeia a melhor estratégia de defesa. No final, Jake sai vitorioso, consegue salvar os Na’vi, mas com algumas baixas pelo caminho, como é o caso da cientista principal. Dado que Jake não tem para onde ir, e no olhar dos seus é um traidor, “transfere-se” definitivamente de corpo, com o poder da Árvore das Almas. O filme termina com um close-up de Jake a abrir os olhos no seu novo corpo.

No segundo filme deveremos ter um novo combate. No entanto, do que vemos no curto trailer, não conseguimos entender o grupo ou com quem Jake vai lutar. Apesar disso, existem dois pontos que devemos ter em consideração para a narrativa da sequela. Logo no título, “Avatar: O Caminho da Água” percebemos a importância que a água vai ter no filme. Água é sinónimo de vida, e uma vida nova é que os Na’vi querem depois dos acontecimentos do primeiro filme.

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Mas falta perceber quem é o inimigo, existindo duas possíveis respostas. Em primeiro lugar, poderá vir diretamente das profundezas dos mares de Pandora, apesar de não saberemos o que lá anda, no trailer vimos vários Na’vis prontos para lutar em alto mar. A outra resposta parte de uma possível retaliação dos humanos que sobreviveram. Não devemos esquecer a atitude dos Homens no primeiro filme, semelhante aos homens colonizadores na época dos “Descobrimentos”. Em ambos os casos, chegaram, atacaram e tiraram o que lhes não pertence. Por isso, qualquer uma das duas hipóteses parecem plausíveis.

No que diz respeito à relação entre os humanos e o Na’vi, parece que existe uma ténue paz. Vemos um homem no meio deles, a saltar de árvore em árvore. Vemos homens e Na’vis a trabalharem em conjunto na base em que tudo começou.

Mesmo tendo estes pontos claros para compreenderemos melhor a possível história da sequela, ainda existem outros pontos que trailer deixou-nos em dúvida. Mas para teremos as respostas às nossas questões temos de esperar até dia 15 de Dezembro, com a estreia de “Avatar: O Caminho da Água”.

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