Civilization VI: Toda a informação sobre o potencial novo rei da estratégia por turnos.

O que há de novo e o que foi refinado em Sid Meier’s Civilization VI, aquele que será muito provavelmente o jogo de estratégia do ano.

Na véspera do regresso da mítica série de estratégia por turnos Civilization, confessamos que estamos bastante ansiosos. É verdade, a ânsia de jogar “só mais um turno” e de provar novamente que somos capazes de guiar uma civilização até à glória está de volta, em grande parte graças a algumas novidades à fórmula dos últimos 25 anos. Mas para aqueles que não estão familiarizados com a série, permitam-nos expor o conceito base do Civilization.

O QUE SE MANTÉM

A série Sid Meier’s Civilization pode ter mudado muito ao longo dos anos, mas o seu conceito básico tem sido sempre o mesmo: colocar o jogador na pele de uma das muitas figuras históricas à sua disposição e conduzir o seu povo à vitória contra as outras civilizações presentes no mundo. Começando com apenas uma única unidade militar e uma cidade inicial, cada jogador tem de primeiro assegurar a sua sobrevivência contra ataques de bárbaros ou de outros jogadores e depois garantir a sua prosperidade, expandindo o seu império construindo (ou conquistando) novas cidades, descobrindo novas tecnologias e fomentando o progresso cultural e a felicidade da sua população. Adicionalmente, cada civilização tem as suas habilidades e unidades únicas que afetam o seu estilo de jogo e as áreas em que são mais especializadas. Algumas civilizações são temíveis em termos militares, outras são especialistas em avanços científicos, outras ainda podem ser mestres em diplomacia… há várias opções para praticamente qualquer tipo de jogador.

Lê também: Rockstar Games mete a Internet em polvorosa com apenas duas imagens (Atualização: e já temos resposta oficial).

E caso se sintam perdidos quanto a um determinado aspeto do jogo ou se pura e simplesmente tem curiosidade sobre o contexto histórico de uma unidade, edifício ou pesquisa, podem consultar a sempre útil Civilopedia, uma enciclopédia incluída no jogo para explicar os seus conceitos. Assim, o jogador pode não só ficar a saber quais são as vantagens de descobrir algo como a Metalurgia, como também pode aprender algo de novo sobre como o processo de extração e manuseamento de metal tem evoluindo ao longo da história da humanidade.

Lê Também:
Os Melhores Jogos de 2019 | TOP MHD

O QUE HÁ DE NOVO

Por outro lado, para aqueles que já jogaram pelo menos um Civilization podem perguntar-se o que esta nova sequela introduziu de novo em relação aos jogos anteriores. Bem, provavelmente a maior alteração será a forma como novos edifícios são construídos numa cidade. Agora uma cidade tem primeiro de preparar previamente numa das suas casa adjacentes os distritos necessários para acolher edifícios de uma determinada natureza.  Ou seja, se quiserem construir edifícios que aumentem a vossa produção de ciência, como bibliotecas ou universidades, primeiro tem de construir o distrito Campus. Querem aumentar o nível cultural da vossa civilização? Então vão precisar de um teatro onde podem depois construir museus e estúdios de cinema. Preferem enveredar pela via militar? Nesse caso vão precisar de um acampamento para acomodar as casernas e estábulos necessários para recrutar novas tropas.

Falando em tropas, será agora possível combinar certas unidades numa só. Assim será possível combinar um guerreiro com um colonizador para assegurar a sua proteção ou juntar uma unidade de infantaria com um aríete para aumentar a sua eficácia durante o ataque a uma cidade. E eventualmente, quando atingirem eras mais avançadas, será até mesmo possível combinar 2 ou 3 unidades do mesmo tipo para formar pelotões muito mais poderosos do que seria possível usando as mesmas unidades individualmente.

Lê Também:
Down to Hell | Um jogo para os fãs do heavy metal

Lê também: A assombração do Overwatch começou com o novo evento de Halloween

Mas uma civilização precisa de mais do que edifícios e tropas para florescer. Uma sociedade também precisa de leis e formas organizadas de governo e é aqui que nos damos com o sistema de Cultura do jogo, a qual agora é usada para descobrir novas regras cívicas da mesma forma que usam ciência para descobrir novas tecnologias. Estas novas regras irão depois afetar as medidas governamentais que podem escolher, assim como o desenvolvimento cultural e diplomático da vossa civilização. E no cerne de tudo isto temos as civilizações em si.

Aquando do lançamento do jogo, teremos acesso a 18 civilizações diferentes, cada uma com as suas habilidades, edifícios e unidades exclusivas. Infelizmente, e como de costume, Portugal não se encontra incluído nesta lista, pelo que teremos de continuar a torcer pela sua inclusão numa eventual expansão. Mas de resto estão disponíveis as seguintes civilizações: EUA, Inglaterra, Egito, Japão, China, França, Brasil, Cítia, Alemanha, Índia, Espanha, Congo, Noruega, Grécia, Roma, Arábia, Suméria e Rússia, mais a civilização Azteca 90 dias depois do lançamento do jogo, embora aqueles que fizeram a pré-encomenda do jogo a possam usar imediatamente.

Muito mais ficou por dizer, mas com algo tão extenso como a série Civilization podíamos escrever dezenas de páginas e mesmo assim haveria sempre algo que ficaria por contar. Por agora, só nos resta esperar pelo lançamento do jogo e fazer figas para que este se encontre à altura das suas ambições.

Sid Meier’s Civilization VI estará disponível a 21 de outubro para PC via Steam.


 

0 thoughts on “Civilization VI: Toda a informação sobre o potencial novo rei da estratégia por turnos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *